“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria,
paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão,
domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são
de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos
no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória,
provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas
5:22-26 (ARA).
O fruto do
espírito é: Benignidade.
Hoje quero falar sobre uma virtude
que ajudaria muito o mundo a tornar-se um lugar melhor e mais feliz. O apóstolo
Paulo usa uma palavra que não consigo encontrar correspondente no português,
alguns traduzem por “amabilidade”, outros por “delicadeza”, outros por
“retidão” e as versões mais antigas da Bíblia traduzem por “benignidade”. Eu
gosto desta, pois traz-nos a ideia de alguém que é dirigido pelo princípio de
fazer o bem, e não o mal, alguém que é benigno. Uma pessoa benigna é inclinada
à prática da misericórdia, pois consegue sempre observar as necessidades do
próximo e, então, é impulsionada a ajudar. Uma outra característica de uma
pessoa que tem a benignidade como virtude do Espírito Santo é a capacidade de
olhar para o outro com respeito, não importa a sua cultura, a sua religião, a cor
ou posição social.
Eu acredito que esta ação do Espírito
Santo na vida de uma pessoa, faz aflorar a benignidade, e a faz parecida com
Deus, pois a Bíblia exalta-O como benigno. O Salmo 136 é uma exaltação a isto:
“Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade é para sempre”
(leia; Salmos 136:1). Jesus era benigno, olhava para o outro com misericórdia.
Mateus descreve assim Jesus: “Ao ver as multidões, teve compaixão
[misericórdia] delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem
pastor” (leia, Mateus 9:36)
Sendo assim, o Espírito Santo quer
que tenhamos esta virtude, que sejamos pessoas inclinadas a fazer o bem. O
mundo, hoje, precisa de pessoas motivadas para fazer o bem. Seja uma dessas
pessoas.
Pajovi

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