“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).
O fruto do
espírito é: Mansidão.
Mansidão é, saber manter a calma
mesmo em situações tensas, aquele que é manso age com sensatez e calma, não se
permitindo pecar quando fica irado, que impede a violência e o desrespeito. Esta
característica também está ligada ao conceito de submissão e humildade no
antigo testamento e pode ser notada na vida de muitos personagens bíblicos, que
suportaram ataques e perseguições sem se irarem ou terem ressentimento.
No contexto de Gálatas 5,
podemos notar que a mansidão, em conjunto com as outras características do fruto
do Espírito, diz respeito à conduta para com as outras pessoas, opondo-se à
inimizade, à discórdia, ao ciúme, à dissensão e explosões de ira que são
característicos das obras da carne. Muitos podem pensar que ser manso é ser
fraco, mas é uma visão errada, pois a mansidão é uma virtude que, capacita
alguém a controlar a força e aplicá-la corretamente.
Então, como vimos, ser manso é ser
capaz de restringir a sua própria força, para agir adequadamente em situações
extremas, o que demonstra humildade e cordialidade. A falta de mansidão em
alguém, mostra o quão grande é o seu ego, pois os mansos suportam as injúrias
dos homens, por entender que tais coisas fazem parte da permissão de Deus, isto
não quer dizer que devemos baixar a cabeça para todo o mal que nos fizerem, mas
tem a ver com qual será a nossa conduta ao lidar com a situação, demonstraremos
a sabedoria que vem do alto ou a insensatez que provém da carne?
Também devemos ser mansos ao exortar
alguém, devemos procurar a sabedoria de Deus para o fazer, sendo que Jesus é o
nosso maior exemplo de mansidão, em todo o seu tempo aqui na Terra Jesus, foi
manso com os seus seguidores e até com os seus acusadores. Mesmo no momento da
sua morte Ele teve misericórdia dos que lhe desejavam o mal e o afrontavam.
Bem, quem somos nós para não sermos mansos, se o nosso próprio Senhor é tão
misericordioso? Precisamos de nos despir do nosso ego e buscar por uma conduta
que agrade ao nosso Pai. Lembre-se daquela famosa pergunta: “O que faria
Jesus?”.







