sábado, 2 de maio de 2026

Qual a diferença entre inspiração, iluminação e revelação?

 

Inspiração:

Esta palavra significa algo como; “soprar para dentro”. No contexto do entendimento da Bíblia, observamos que as Escrituras, foram inspiradas por Deus: 

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” 2 Timóteo 3:16 (ARA).

Isto significa que Deus, como que “soprou” para dentro de cada autor todas as capacidades e conteúdos que iriam compor a Sua palavra inspirada e que ficaria registada.

Por isso, a Palavra do Senhor é perfeita e, não está apoiada em quaisquer pensamentos próprios dos autores, mas na própria ação de Deus através deles. 

“porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” 2 Pedro 1:21 (ARA).

Revelação:

Tem origem no grego através do termo “apokálypsis”, que significa literalmente "desvelar", "revelar" ou "retirar o véu". Revelação e inspiração andam lado a lado. A inspiração trouxe aos escritores bíblicos o conteúdo exato a ser registado e este conteúdo está recheado das revelações de Deus.

Revelações diversas, mas, principalmente, do próprio Deus, dos Seus planos e da Sua vontade para o homem. A Bíblia afirma-nos este conceito claramente nalgumas passagens:

“Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” João 1:18 (ARA).

Assim, a Bíblia está cheia de conteúdo inspirado por Deus e que revela diversos aspetos sobre Ele, sobre os Seus planos, sobre o Seu desejo para as nossas vidas, sobre o Seu juízo final, etc.

A revelação acontece todos os dias na vida dos Servos de Deus, quando estes compreendem as verdades contidas na Bíblia Sagrada.

Iluminação:

Este conceito é simples de entender. Imagine que a nossa vida sem Deus é uma escuridão (como de fato é). A luz que ilumina esta escuridão é a capacidade que Deus nos dá de entender a Sua palavra inspirada e revelada, de compreender a Sua vontade, os Seus planos e tudo quanto está contido na Palavra:

iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder” Efésios 1:18-19 (ARA).

Essa iluminação, porém, só nos é concedida pela ação do Espírito Santo na nossa vida, que nos capacita a discernir (distinguir, separar ou perceber com clareza características, diferenças ou o sentido de algo), as coisas de Deus não só por um mero exame racional (humano) a Palavra do Senhor:

“Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” 1 Coríntios 2:14 (ARA). 

Agora que sabemos os conceitos sobre inspiração, iluminação e revelação, é importante ter em mente que nos nossos tempos ninguém é mais inspirado a produzir algo como a Bíblia Sagrada, pois ela já foi concluída.

Da mesma forma, não temos mais revelações que estão no mesmo nível do texto bíblico, ainda que muitos por aí digam tê-las.

O que temos hoje é a iluminação que o Espírito Santo dá ao crente para compreender e aplicar o que já foi inspirado e revelado nas páginas da Bíblia Sagrada.

Por isso, devemos ter muito cuidado com “inspirações” e “revelações” que muitos por aí afirmam ter e que, sabemos claramente agora, estão fora da Palavra inspirada e revelada que o Senhor já nos deixou.

 

 

Pajovi

sexta-feira, 10 de abril de 2026

COMO DEFINIR UM AMIGO

 

Amigo como defini-lo? Não sei, é a minha limitação, não posso defini-lo. É apenas uma pessoa que me escuta; porque também me faz escutar.

Não posso defini-lo como pessoa perfeita porque também tem as suas falhas.
Não posso defini-lo como pessoa que me compreende, porque às vezes também me questiona e se questiona.

Não posso defini-lo como pessoa sem limites, porque também tem as suas limitações.

Na verdade, não posso defini-lo, pois é indefinível, tem as suas qualidades, mas também tem os seus defeitos.

 

“Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão. Provérbios 17:17 (ARA).


Só consegui encontrar duas palavras que pudessem chegar perto de tentar defini-lo para mim;
Alguém 
especial, um amigo especial, um presente de Deus para mim. Pois sei que por mim correria durante todo o dia. E eu por ele faria a mesma coisa, esquecendo-me de demonstrar quais são as pessoas que realmente são importantes e especiais para mim, mas desculpa a minha falha pois quero dizer-te que és muito especial para mim.


É isso, tu és muito importante e especial para mim e quem sabe algum dia eu seja para alguém uma pessoa tão especial quanto tu és para mim.

 

“Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” João 15:15 (ARA).


Obrigado por seres esse alguém na minha vida!!!

Amigos de verdade não se separam apenas seguem caminhos diferentes.



       Pajovi

terça-feira, 31 de março de 2026

Páscoa o que é? Porque a celebramos?

 

A Páscoa é a celebração cristã que recorda a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. O significado da palavra “Páscoa” vem do hebraico “Pessach”, que significa “passagem”. Para os cristãos, esta passagem representa a vitória da vida sobre a morte e a renovação da esperança por meio da obra de Jesus.

Com o tempo, elementos como ovos, chocolates e reuniões em família tornaram-se parte da comemoração. No entanto, estes costumes não explicam o significado original da data, que tem o seu fundamento em Jesus Cristo.

Na Bíblia, a Páscoa é uma celebração que recorda a libertação do povo de Israel, que vivia uma situação de escravidão. Este acontecimento, registado no Antigo Testamento, serviu como base para a festa que mais tarde ganharia um novo e maior significado para os cristãos.

O que comemoramos na Páscoa

Na Páscoa, celebramos a morte e a ressurreição de Jesus. Jesus Cristo entregou-se na cruz para pagar o preço pelos nossos pecados. Ele venceu a morte e abriu o caminho para uma vida nova, cheia de perdão e reconciliação com Deus.

“Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia. Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. É como vos digo!” Mateus 28:6-7 (ARA).

A Páscoa fala de propósito, restauração e esperança real. Não é sobre ovos, coelhos ou tradição; é sobre a obra que nos libertou da condenação e nos trouxe uma nova identidade como filhos de Deus.

Quando celebramos a Páscoa, reconhecemos que não somos salvos pelas nossas obras, mas pela graça de Deus. É a festa da vitória de Cristo e da certeza de que, por causa d'Ele, temos vida eterna e podemos viver hoje com liberdade e gratidão.

A Páscoa cristã

Para o cristianismo, a Páscoa fala sobre libertação espiritual. Assim como o povo no Antigo Testamento procurava ser livre da opressão, os cristãos entendem que Jesus veio para oferecer libertação do pecado e uma nova forma de viver.

“No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” João 1:29 (ARA).

Durante a celebração anual da Páscoa, recorda-se que Jesus entregou a sua vida e venceu a morte, oferecendo aos que creem nele a promessa de perdão e renovação. Este é o motivo pelo qual a Páscoa continua a ser tão importante para os cristãos ao redor do mundo.

Hoje, celebrar a Páscoa significa recordar a vitória de Jesus, a esperança restaurada e a promessa de uma vida transformada. Por isso, ela é considerada a principal comemoração do calendário cristão.

“Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado.” 1 Coríntios 5:7 (ARA).

A Páscoa no Antigo Testamento

Durante séculos, a celebração permaneceu viva entre os judeus. Esta celebração lembrava-os não apenas da saída do Egito, mas também da necessidade de renovação espiritual. As famílias participavam da festa e, junto dela, apresentavam sacrifícios a Deus na procura de perdão e reconciliação.

Assim, a Páscoa tornou-se um momento anual de reflexão sobre liberdade, cuidado de Deus e transformação espiritual.

 

A Páscoa no Novo Testamento

Com o tempo, a Páscoa ganhou um novo significado para os seguidores de Jesus. Ele celebrou esta festa com os seus discípulos e, pouco depois, entregou a sua vida e, deu à Páscoa, um sentido definitivo para o cristianismo.

A morte e a ressurreição de Jesus, passou a ser o cumprimento de tudo o que a Páscoa representava; libertação, esperança e vida nova. A partir deste momento, já não seriam necessários sacrifícios anuais de animais, porque a entrega de Jesus foi suficiente e completa.

O sacrifício de Jesus, o nosso cordeiro pascal, veio trazer perdão, restauração e reconciliação. Por isso, a sua morte e ressurreição tornaram-se o centro da celebração Páscoa.

A origem da Páscoa

A história começa no Egito, em um período de grande tensão. Os israelitas aguardavam o momento de deixar o país após anos de trabalho forçado. Uma série de acontecimentos marcantes levou à libertação deste povo e culminou numa noite decisiva em que eles partiram apressadamente.

Segundo a tradição, cada família sacrificou um cordeiro e usou o seu sangue como sinal de proteção. Este gesto simbolizava que aquela seria uma noite de mudança e libertação. Com tudo preparado para partir, os israelitas comeram rapidamente e colocaram-se a caminho, iniciando a sua jornada rumo à liberdade.

A partir deste episódio, a Páscoa passou a ser celebrada todos os anos como um memorial. Ela lembrava o dia em que um povo oprimido foi liberto sem precisar de travar batalhas, isto marcou uma viragem histórica através de Deus.

Em que dia é a Páscoa segundo a Bíblia?

Segundo a Bíblia, a Páscoa cristã não possui uma data fixa no calendário. A morte e a ressurreição de Jesus ocorreram durante a celebração judaica da Páscoa, que é marcada pela lua cheia do início da primavera no calendário hebraico. Por isso, desde os primeiros séculos, os cristãos passaram a celebrar a Páscoa seguindo esse mesmo princípio; a Páscoa acontece no primeiro domingo, após a primeira lua cheia da primavera no hemisfério norte.

Como o calendário hebraico é lunar e o calendário ocidental é solar, esta data muda todos os anos. A Bíblia não determina um dia do mês, mas o período em que o evento ocorreu. A igreja definiu um método para calcular a data a cada ano. Por isso, a Páscoa cristã acontece sempre entre 22 de março e 25 de abril.



Pajovi 


segunda-feira, 16 de março de 2026

OS FRUTOS DO ESPÍRITO

 

 “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do espírito é: Domínio próprio.

 

O comediante Jim Carrey, tem uma frase engraçada que fez sucesso. Ele está prestes a ficar “maluco” e, então grita com um sorriso; “alguém me paaaaaaaraaaaa!” Não é engraçado pensar que a função de outra pessoa, restringe o nosso mau comportamento? Como “os meninos perdidos” em “Peter Pan”, alguns de nós não querem crescer. Gostariam de ser crianças para sempre. Outra pessoa que tenha o trabalho de agir como um adulto.

Espera que Deus se responsabilize pela sua vida? Eu conheço algumas pessoas que realmente acreditam que Deus controla cada movimento delas, é uma forma estranha de piedade. Talvez essas pessoas pensem que estão a honrar Deus. Na verdade, não estão a prestar verdadeira atenção à Palavra de Deus. Deus criou-nos para sermos versões menores D’Ele mesmo, com os Seus sistemas de valores e com as Suas atitudes. Deus não nos fez para sermos marionetas luxuosas, moles e indefesas até que Ele mexa nas nossas cordas de controlo. Nós não somos indefesos. O nosso Pai e o nosso Redentor, Jesus, deram-nos a Palavra e o Seu Espírito com o objetivo de nos guiar para crescermos em discernimento e boas decisões O poder da restrição pessoal é uma delas: “O fruto do Espírito é: domínio próprio” (leia; Gálatas 22-23) Pode aprender a não deixar escapar tudo o que passa pela sua cabeça. Pode dizer não a todas as tentações. Pode controlar todos os seus excessos. Pode-se centrar em objetivos importantes, completar as suas tarefas e valorizar os seus relacionamentos


 

 Pajovi

Pajovi

sexta-feira, 13 de março de 2026

OS FRUTOS DO ESPÍRITO.

  “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do espírito é: Mansidão.

 

Mansidão é, saber manter a calma mesmo em situações tensas, aquele que é manso age com sensatez e calma, não se permitindo pecar quando fica irado, que impede a violência e o desrespeito. Esta característica também está ligada ao conceito de submissão e humildade no antigo testamento e pode ser notada na vida de muitos personagens bíblicos, que suportaram ataques e perseguições sem se irarem ou terem ressentimento. 

No contexto de Gálatas 5, podemos notar que a mansidão, em conjunto com as outras características do fruto do Espírito, diz respeito à conduta para com as outras pessoas, opondo-se à inimizade, à discórdia, ao ciúme, à dissensão e explosões de ira que são característicos das obras da carne. Muitos podem pensar que ser manso é ser fraco, mas é uma visão errada, pois a mansidão é uma virtude que, capacita alguém a controlar a força e aplicá-la corretamente.

Então, como vimos, ser manso é ser capaz de restringir a sua própria força, para agir adequadamente em situações extremas, o que demonstra humildade e cordialidade. A falta de mansidão em alguém, mostra o quão grande é o seu ego, pois os mansos suportam as injúrias dos homens, por entender que tais coisas fazem parte da permissão de Deus, isto não quer dizer que devemos baixar a cabeça para todo o mal que nos fizerem, mas tem a ver com qual será a nossa conduta ao lidar com a situação, demonstraremos a sabedoria que vem do alto ou a insensatez que provém da carne?

Também devemos ser mansos ao exortar alguém, devemos procurar a sabedoria de Deus para o fazer, sendo que Jesus é o nosso maior exemplo de mansidão, em todo o seu tempo aqui na Terra Jesus, foi manso com os seus seguidores e até com os seus acusadores. Mesmo no momento da sua morte Ele teve misericórdia dos que lhe desejavam o mal e o afrontavam. Bem, quem somos nós para não sermos mansos, se o nosso próprio Senhor é tão misericordioso? Precisamos de nos despir do nosso ego e buscar por uma conduta que agrade ao nosso Pai. Lembre-se daquela famosa pergunta: O que faria Jesus?”. 

 

Pajovi

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Os frutos do Espírito.

 

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do espírito é: Fidelidade.

 

“A minha palavra é a minha garantia”. Por vezes rio-me quando ouço esta frase e penso; “até parece verdade”. Algumas experiências dolorosas ensinaram-me que as “promessas” de algumas pessoas não são boas. Eu não quero emprestar dinheiro, ou acreditar nas histórias, ou depender delas para nada. Essas pessoas não são legítimas. Elas são levadas por outros “impulsos”, talvez, preguiça, insegurança, medo ou ganância. O que é certo é que essas pessoas não são verdadeiras.

“O fruto do espírito é: Fidelidade”, diz Paulo (leia; Gálatas 5:22). Ser fiel significa que diz e quer dizer o que diz. Não precisa de fazer promessas, ou juramentos em cima de uma pilha de Bíblias, porque as pessoas sabem que fala a verdade, que é leal aos seus amigos e familiares, que não trai a confiança de ninguém e que cumpre aquilo que diz, que paga as suas dívidas sejam de que natureza forem. Se gosta das pessoas não as rebaixa, as suas chefias de trabalho gostam de si e do seu trabalho pois realiza as suas tarefas com prazer. Não mente a ninguém, não inventa desculpas e não culpa os outros pelos seus erros ou falhas.

Fidelidade é um fruto do Espírito. Isto significa que somos treinados e inspirados pelas palavras do Espírito nas Escrituras, que somos fortalecidos pelo Espírito que habita em nós, na nossa mente e coração. Por muito que não crentes possam mostrar exemplos de fidelidade, quando algumas pessoas que se dizem crentes em Cristo são infiéis, isto faz com que todos os cristãos pareçam fraudes. As nossas palavras e ações fiéis, são evidências de que a nossa fé em cristo é real.

A sua confiança e fidelidade está em “jogo”, a confiança de Cristo está em “jogo”.




              Pajovi


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Os frutos do Espírito.

 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do espírito é: Bondade.

 

“A sinceridade é a ideia principal. Uma vez que aprenda a falsificá-la terá sucesso”

Eu ri-me ao ler estas palavras num cartaz pela primeira vez, mas, de seguida tremi. Que verdade dolorosa! Como falamos uns para os outros. Como fingimos interesse nas pessoas apesar de estarmos a sentir apenas tédio e desdém. Como é destrutivo para o nosso espírito quando percebemos dolorosamente que alguém estava apenas a fingir gostar de nós.

Mas como faz bem para a alma ser ajudado por alguém que não tem nada a ganhar! Esta é mais uma das evidências claras do Espírito Santo nos corações humanos;

 

“Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,” Gálatas 5:22 (ARA).

 

Num mundo de negócios, apodrecido pela ganância, manipulação e traição, como é encorajador perceber que uma pessoa com quem está a fazer negócios, se importa realmente com o seu bem-estar? Que a palavra dele é verdadeira? Que ele pretende cumprir as promessas que fez?

Que maneira incrível de darmos glória a Deus, aquele que nunca nos mente e que está sempre a trabalhar para o nosso bem! O evangelho de Cristo muda a forma com que Deus olha para nós. O Espírito do Senhor ao trabalhar através do evangelho de Cristo, também muda a maneira como olhamos para as outras pessoas, não como concorrência, aborrecimento, obstáculos e idiotas, mas como almas remidas e valiosas com quem podemos partilhar a vida no céu. Nós somos vasos da posse de Deus.

Deus é bom no tempo todo. No tempo todo, deus é bom!

 


Pajovi

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Os frutos do Espírito.

 

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do espírito é: Benignidade.

Hoje quero falar sobre uma virtude que ajudaria muito o mundo a tornar-se um lugar melhor e mais feliz. O apóstolo Paulo usa uma palavra que não consigo encontrar correspondente no português, alguns traduzem por “amabilidade”, outros por “delicadeza”, outros por “retidão” e as versões mais antigas da Bíblia traduzem por “benignidade”. Eu gosto desta, pois traz-nos a ideia de alguém que é dirigido pelo princípio de fazer o bem, e não o mal, alguém que é benigno. Uma pessoa benigna é inclinada à prática da misericórdia, pois consegue sempre observar as necessidades do próximo e, então, é impulsionada a ajudar. Uma outra característica de uma pessoa que tem a benignidade como virtude do Espírito Santo é a capacidade de olhar para o outro com respeito, não importa a sua cultura, a sua religião, a cor ou posição social.

Eu acredito que esta ação do Espírito Santo na vida de uma pessoa, faz aflorar a benignidade, e a faz parecida com Deus, pois a Bíblia exalta-O como benigno. O Salmo 136 é uma exaltação a isto: “Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade é para sempre” (leia; Salmos 136:1). Jesus era benigno, olhava para o outro com misericórdia. Mateus descreve assim Jesus: “Ao ver as multidões, teve compaixão [misericórdia] delas, porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas sem pastor” (leia, Mateus 9:36)

Sendo assim, o Espírito Santo quer que tenhamos esta virtude, que sejamos pessoas inclinadas a fazer o bem. O mundo, hoje, precisa de pessoas motivadas para fazer o bem. Seja uma dessas pessoas.

 


Pajovi

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Os frutos do Espírito.

 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do espírito é: Longanimidade (amabilidade).

 

Não é assim tão difícil ser amável para com quem é amável connosco. Não é assim tão difícil responder da mesma maneira quando alguém fala demais. Não é assim tão difícil passar pela vida desconfiado e a pensar o pior dos outros. É muito mais difícil ser sempre amável.

Uma das evidências inconfundíveis, de que o Espírito está a viver dentro dos corações das pessoas é, quando essas pessoas tratam os outros, melhor do que eles merecem; “O fruto do espírito é… Longanimidade (amabilidade)” Gálatas 5:22-23. Longanimidade ou Amabilidade é não tratar os outros exatamente como algumas vezes merecem. Na verdade, é ao contrário, é estar disposto a dar parte de si, correr o risco de que o seu presente seja ignorado ou rejeitado.

Longanimidade ou Amabilidade, significa que não reflete o seu dia ruim, junto das pessoas que vivem consigo. Significa que escolhe não ouvir algumas coisas e sim, deixá-las “passar ao lado”. Pessoas amáveis mostram amabilidade por si só, não como uma manobra inicial, para conseguir alguma coisa de outra pessoa.

Pessoas amáveis têm uma consciência acima da média do quanto Deus é amável com elas. Jesus Cristo foi o único que conquistou para nós a graça, a misericórdia e o perdão, proporcionando-nos assim, o que nós jamais seriamos capazes de merecer por nós mesmos. Que alegria é poder agradecer ao nosso Salvador amável, sendo nós mesmos amáveis com todos à nossa volta.

Quem é que precisa da sua Longanimidade ou Amabilidade no dia de hoje?

 




Pajovi

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Os frutos do Espírito.

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do Espírito é: Paz.

 

Existem alguns “reis do drama” na sua vida? Sabe quem “eles” são; eles crescem no conflito e na tensão. Eles amam a bisbilhotice e a intriga. A energia deles vem das discussões e confusões. Talvez, porque eles mesmos são infelizes, querem (por egoísmo) arrastar os outros para os pântanos da negatividade deles mesmos.

Não é difícil crescer no conflito, só precisa de se render às investidas do diabo. Discutir pode ser “divertido”, provoca uma grande descarga de adrenalina e sente-se vivo naquele momento. Sente-se moral e ou intelectualmente superior a alguém. Se teve a perspicácia de recrutar líderes de “claque” com antecedência, tem um grupo com o qual pode refazer o conflito, marcar vitórias e recapitular as suas melhores “tramas”. Mas nenhuma destas coisas trás felicidade, nem nenhuma amizade real é construída, nada disto vem do Espírito.

Sabe porquê? Porque “o fruto do Espírito é…paz” Gálatas 5:22. O espírito de Deus ensina-nos uma nova lista de comportamentos; neutralizar a tensão em vez de a intensificar, ouvir primeiro, ouvir de novo, só falar depois… pensar o melhor das pessoas até prova em contrário, procurar algo para elogiar as outras pessoas ao contrário de as ridicularizar, encontrar  mais alegria em reconciliar duas pessoas do que em provocar brigas e desavenças, escolher ficar genuinamente feliz pelas conquistas das outras pessoas.

Se Cristo é o Príncipe da paz, então os seus seguidores deveriam “lutar” para serem os embaixadores dessa mesma paz.




 

Pajovi 

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Os frutos do Espírito.

 

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do espírito é: Alegria.

 

Tenho que admitir que sou atraído para perto de pessoas alegres. Com isto não quero dizer, necessariamente, aqueles que estão sempre com piadas. Humor e alegria são coisas diferentes. O humor pode encorajar-nos a rir dos absurdos da vida, mas o humor também pode ser abusivo e cruel e rir da dor do outro. Porque é que acha que escorregar numa casca de banana ou os “trapalhões” a fazerem piadas uns aos outros, são “materiais” intemporais para atos de comédia?

A alegria é diferente. Alegria é uma escolha de otimismo e autoconfiança. E não é porque se sente rico, esbelto e inteligente. A alegria interna é produzida pelo Espírito do Senhor que vive em nós. É a verdade silenciosa de que nós somos uma criação magistral de Deus, que somos santos através do sangue de Cristo e muito amados e protegidos por Ele e temos um trabalho muito importante a fazer. A alegria é construída na confiança de que podemos suportar qualquer desastre, porque estamos no caminho do céu.

“O fruto do Espírito é…alegria” disse Paulo em Gálatas 5:22. Ele não quis dizer que os cristãos deveriam de ser conhecidos pelas suas cenas de “palhaçada”. Ele quis dizer que os cristãos são otimistas, sabem que têm um grande futuro, portanto, podem ser gentis e pacientes, mesmo com pessoas difíceis. Eles também podem e devem gostar de si mesmos.

Os inimigos de um espírito alegre são a inveja, a amargura, o ressentimento, o medo e o autodesprezo. Elimine estas coisas do seu coração agora mesmo! Escolha a alegria!

 


Pajovi 2026

Qual a diferença entre inspiração, iluminação e revelação?

  Inspiração: Esta palavra significa algo como; “soprar para dentro”. No contexto do entendimento da Bíblia, observamos que as Escrituras,...