terça-feira, 31 de março de 2026

Páscoa o que é? Porque a celebramos?

 

A Páscoa é a celebração cristã que recorda a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. O significado da palavra “Páscoa” vem do hebraico “Pessach”, que significa “passagem”. Para os cristãos, esta passagem representa a vitória da vida sobre a morte e a renovação da esperança por meio da obra de Jesus.

Com o tempo, elementos como ovos, chocolates e reuniões em família tornaram-se parte da comemoração. No entanto, estes costumes não explicam o significado original da data, que tem o seu fundamento em Jesus Cristo.

Na Bíblia, a Páscoa é uma celebração que recorda a libertação do povo de Israel, que vivia uma situação de escravidão. Este acontecimento, registado no Antigo Testamento, serviu como base para a festa que mais tarde ganharia um novo e maior significado para os cristãos.

O que comemoramos na Páscoa

Na Páscoa, celebramos a morte e a ressurreição de Jesus. Jesus Cristo entregou-se na cruz para pagar o preço pelos nossos pecados. Ele venceu a morte e abriu o caminho para uma vida nova, cheia de perdão e reconciliação com Deus.

“Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia. Ide, pois, depressa e dizei aos seus discípulos que ele ressuscitou dos mortos e vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. É como vos digo!” Mateus 28:6-7 (ARA).

A Páscoa fala de propósito, restauração e esperança real. Não é sobre ovos, coelhos ou tradição; é sobre a obra que nos libertou da condenação e nos trouxe uma nova identidade como filhos de Deus.

Quando celebramos a Páscoa, reconhecemos que não somos salvos pelas nossas obras, mas pela graça de Deus. É a festa da vitória de Cristo e da certeza de que, por causa d'Ele, temos vida eterna e podemos viver hoje com liberdade e gratidão.

A Páscoa cristã

Para o cristianismo, a Páscoa fala sobre libertação espiritual. Assim como o povo no Antigo Testamento procurava ser livre da opressão, os cristãos entendem que Jesus veio para oferecer libertação do pecado e uma nova forma de viver.

“No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” João 1:29 (ARA).

Durante a celebração anual da Páscoa, recorda-se que Jesus entregou a sua vida e venceu a morte, oferecendo aos que creem nele a promessa de perdão e renovação. Este é o motivo pelo qual a Páscoa continua a ser tão importante para os cristãos ao redor do mundo.

Hoje, celebrar a Páscoa significa recordar a vitória de Jesus, a esperança restaurada e a promessa de uma vida transformada. Por isso, ela é considerada a principal comemoração do calendário cristão.

“Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado.” 1 Coríntios 5:7 (ARA).

A Páscoa no Antigo Testamento

Durante séculos, a celebração permaneceu viva entre os judeus. Esta celebração lembrava-os não apenas da saída do Egito, mas também da necessidade de renovação espiritual. As famílias participavam da festa e, junto dela, apresentavam sacrifícios a Deus na procura de perdão e reconciliação.

Assim, a Páscoa tornou-se um momento anual de reflexão sobre liberdade, cuidado de Deus e transformação espiritual.

 

A Páscoa no Novo Testamento

Com o tempo, a Páscoa ganhou um novo significado para os seguidores de Jesus. Ele celebrou esta festa com os seus discípulos e, pouco depois, entregou a sua vida e, deu à Páscoa, um sentido definitivo para o cristianismo.

A morte e a ressurreição de Jesus, passou a ser o cumprimento de tudo o que a Páscoa representava; libertação, esperança e vida nova. A partir deste momento, já não seriam necessários sacrifícios anuais de animais, porque a entrega de Jesus foi suficiente e completa.

O sacrifício de Jesus, o nosso cordeiro pascal, veio trazer perdão, restauração e reconciliação. Por isso, a sua morte e ressurreição tornaram-se o centro da celebração Páscoa.

A origem da Páscoa

A história começa no Egito, em um período de grande tensão. Os israelitas aguardavam o momento de deixar o país após anos de trabalho forçado. Uma série de acontecimentos marcantes levou à libertação deste povo e culminou numa noite decisiva em que eles partiram apressadamente.

Segundo a tradição, cada família sacrificou um cordeiro e usou o seu sangue como sinal de proteção. Este gesto simbolizava que aquela seria uma noite de mudança e libertação. Com tudo preparado para partir, os israelitas comeram rapidamente e colocaram-se a caminho, iniciando a sua jornada rumo à liberdade.

A partir deste episódio, a Páscoa passou a ser celebrada todos os anos como um memorial. Ela lembrava o dia em que um povo oprimido foi liberto sem precisar de travar batalhas, isto marcou uma viragem histórica através de Deus.

Em que dia é a Páscoa segundo a Bíblia?

Segundo a Bíblia, a Páscoa cristã não possui uma data fixa no calendário. A morte e a ressurreição de Jesus ocorreram durante a celebração judaica da Páscoa, que é marcada pela lua cheia do início da primavera no calendário hebraico. Por isso, desde os primeiros séculos, os cristãos passaram a celebrar a Páscoa seguindo esse mesmo princípio; a Páscoa acontece no primeiro domingo, após a primeira lua cheia da primavera no hemisfério norte.

Como o calendário hebraico é lunar e o calendário ocidental é solar, esta data muda todos os anos. A Bíblia não determina um dia do mês, mas o período em que o evento ocorreu. A igreja definiu um método para calcular a data a cada ano. Por isso, a Páscoa cristã acontece sempre entre 22 de março e 25 de abril.



Pajovi 


segunda-feira, 16 de março de 2026

OS FRUTOS DO ESPÍRITO

 

 “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do espírito é: Domínio próprio.

 

O comediante Jim Carrey, tem uma frase engraçada que fez sucesso. Ele está prestes a ficar “maluco” e, então grita com um sorriso; “alguém me paaaaaaaraaaaa!” Não é engraçado pensar que a função de outra pessoa, restringe o nosso mau comportamento? Como “os meninos perdidos” em “Peter Pan”, alguns de nós não querem crescer. Gostariam de ser crianças para sempre. Outra pessoa que tenha o trabalho de agir como um adulto.

Espera que Deus se responsabilize pela sua vida? Eu conheço algumas pessoas que realmente acreditam que Deus controla cada movimento delas, é uma forma estranha de piedade. Talvez essas pessoas pensem que estão a honrar Deus. Na verdade, não estão a prestar verdadeira atenção à Palavra de Deus. Deus criou-nos para sermos versões menores D’Ele mesmo, com os Seus sistemas de valores e com as Suas atitudes. Deus não nos fez para sermos marionetas luxuosas, moles e indefesas até que Ele mexa nas nossas cordas de controlo. Nós não somos indefesos. O nosso Pai e o nosso Redentor, Jesus, deram-nos a Palavra e o Seu Espírito com o objetivo de nos guiar para crescermos em discernimento e boas decisões O poder da restrição pessoal é uma delas: “O fruto do Espírito é: domínio próprio” (leia; Gálatas 22-23) Pode aprender a não deixar escapar tudo o que passa pela sua cabeça. Pode dizer não a todas as tentações. Pode controlar todos os seus excessos. Pode-se centrar em objetivos importantes, completar as suas tarefas e valorizar os seus relacionamentos


 

 Pajovi

Pajovi

sexta-feira, 13 de março de 2026

OS FRUTOS DO ESPÍRITO.

  “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito. Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros.” Gálatas 5:22-26 (ARA).

 

O fruto do espírito é: Mansidão.

 

Mansidão é, saber manter a calma mesmo em situações tensas, aquele que é manso age com sensatez e calma, não se permitindo pecar quando fica irado, que impede a violência e o desrespeito. Esta característica também está ligada ao conceito de submissão e humildade no antigo testamento e pode ser notada na vida de muitos personagens bíblicos, que suportaram ataques e perseguições sem se irarem ou terem ressentimento. 

No contexto de Gálatas 5, podemos notar que a mansidão, em conjunto com as outras características do fruto do Espírito, diz respeito à conduta para com as outras pessoas, opondo-se à inimizade, à discórdia, ao ciúme, à dissensão e explosões de ira que são característicos das obras da carne. Muitos podem pensar que ser manso é ser fraco, mas é uma visão errada, pois a mansidão é uma virtude que, capacita alguém a controlar a força e aplicá-la corretamente.

Então, como vimos, ser manso é ser capaz de restringir a sua própria força, para agir adequadamente em situações extremas, o que demonstra humildade e cordialidade. A falta de mansidão em alguém, mostra o quão grande é o seu ego, pois os mansos suportam as injúrias dos homens, por entender que tais coisas fazem parte da permissão de Deus, isto não quer dizer que devemos baixar a cabeça para todo o mal que nos fizerem, mas tem a ver com qual será a nossa conduta ao lidar com a situação, demonstraremos a sabedoria que vem do alto ou a insensatez que provém da carne?

Também devemos ser mansos ao exortar alguém, devemos procurar a sabedoria de Deus para o fazer, sendo que Jesus é o nosso maior exemplo de mansidão, em todo o seu tempo aqui na Terra Jesus, foi manso com os seus seguidores e até com os seus acusadores. Mesmo no momento da sua morte Ele teve misericórdia dos que lhe desejavam o mal e o afrontavam. Bem, quem somos nós para não sermos mansos, se o nosso próprio Senhor é tão misericordioso? Precisamos de nos despir do nosso ego e buscar por uma conduta que agrade ao nosso Pai. Lembre-se daquela famosa pergunta: O que faria Jesus?”. 

 

Pajovi

COMO DEFINIR UM AMIGO

  Amigo como defini-lo? Não sei, é a minha limitação, não posso defini-lo . É apenas uma pessoa que me escuta;   porque também me faz escut...