quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Qual será o segredo dos casamentos duradouros?


Casais que convivem há anos falam de paciência, renúncia, compreensão. 
Em verdade, cada um tem sua fórmula especial. 
Um bom casamento deve ser criado. No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas. 

É jamais ser muito velho para dar as mãos,  dizer "amo-te", pelo menos uma vez por dia. 
É nunca ir dormir zangado.
É ter valores e objetivos comuns. 
É estar unidos ao enfrentar o Mundo.
É formar um círculo de amor que una toda a família. 
É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer. 
É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo.
É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito.  
É para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo. Ser natural e saber agir com tato. 
É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante.  
É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro. Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido.  
É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos. 
É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia.
 É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro. Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parece tocar somente para os dois.
É ser o apoio diante dos demais.
É ter cuidado no falar, é ser firme, leal. 
É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro.  
Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente. Detalhes pequenos, mas importantes. 
É saber dar atenção para a família do outro pois, ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade.  
É cultivar o desejo constante de superação. 
É responder dignamente e de forma justa por todos os atos.  
É ser grato por tudo o que um significa na vida do outro. 
O amor real, por manter as suas raízes no equilíbrio, vai se firmando dia a dia, através da convivência estreita.  
O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura, não tende a acabar, mas amplia-se, uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes, manias e costumes um do outro. 
O equilíbrio do amor promove a prática da justiça e da bondade, da cooperação e do senso de dever, da afetividade e advertência amadurecida.

 Mateus 19:5 - E disse: ‘Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne.
Marcos 10:7 - Por esta razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher.
Efésios 5:31 - Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne.

Mateus 19:9-11
Eu lhes digo que todo aquele que se divorciar de sua mulher, exceto por imoralidade sexual, e se casar com outra mulher, estará cometendo adultério".
Os discípulos lhe disseram: "Se esta é a situação entre o homem e sua mulher, é melhor não casar".
Jesus respondeu: "Nem todos têm condições de aceitar esta palavra; somente aqueles a quem isso é dado. 
Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor;
Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo.
De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos.
Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra,
Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja;
Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos.
Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne.
Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja.
Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.



Pajovi

quarta-feira, 13 de junho de 2018

O Que é doutrina Bíblica?


Doutrina é o conjunto de verdades reveladas por Deus nas escrituras e transmitidas ao longo da história e que fundamentam a Verdade de Deus. Em algumas passagens bíblicas podemos encontrar as principais características da doutrina cristã. No que se refere à doutrina cristã ela é um dos pontos fundamentais da nossa fé e prática ensinada por Cristo e pelos Apóstolos. No antigo testamento, nos livros de Deuteronómio 32:2 e Provérbios 4:2 e 9:9, o termo “leqach” é usado pelos autores e tem como principais significados ensino e ensinamento. Para que um ministério possa dizer-se cristão deve seguir os princípios básicos ensinados por Jesus Cristo. Em algumas passagens bíblicas podemos encontrar as principais características da doutrina cristã.
§  Em 1 Timóteo 4:6 podemos ler que o ministro deve ser criado na fé e na doutrina. Aliás, o quarto capítulo de Timóteo é um ótimo trecho para quem deseja fugir das falsas doutrinas.
§  Em João 7 podemos ler mais dois pontos importantes da doutrina ensinada por Jesus. Nos versículos 16 e 17 está escrito que a doutrina de Cristo tem poder para expulsar os espíritos malignos, uma vez que é vinda de Deus; e que pode ser provada como verdadeira.
§  Ao ler Atos 2:42 podemos entender que o cristão deve perseverar na doutrina ensinada pelos apóstolos, referindo-se, principalmente, à comunhão dos irmãos, fraternidade.
 Portanto ignorar ou desprezar as doutrinas bíblicas significa desprezar as verdades de Deus e da sua revelação. A doutrina Cristã deve ser seguida sem medo, não por obrigação mas de coração e boa vontade. O jugo de Deus é leve. Em Romanos 6 podemos ler um trecho interessante, entre os versículos 14 e 18, que fala da importância de seguirmos a doutrina cristã de coração.
Muito do que foi dito anteriormente poderia facilmente ser amenizado ou até mesmo evitado, se ao contrário de investirmos em ”novidades” que muitas vezes vêm do pensamento secular extra bíblico, concentrássemos as nossas forças em ensinar doutrina isso seria bastante mais proveitoso. Uma compreensão adequada deste tema, certamente levaria a igreja a uma aproximação mais consistente da fé, proporcionando uma espiritualidade muito mais efetiva e real, já que é impossível entender e viver espiritualmente, negligenciando as doutrinas que as fundamentam, como: a doutrina de Deus, do filho e do Espírito Santo, da Graça, etc…
Quanto aos falsos ensinos que têm proliferado em algumas “igrejas”, nem é preciso dizer que este é sem sombra de dúvida um dos sintomas da falta da doutrina bíblica, que caso fosse nossa a prioridade, não teríamos chegado ao estado em que estamos. Onde, parte dos nossos crentes nem sequer sabe fazer a distinção entre o verdadeiro evangelho e as falácias da teologia da prosperidade e do “neo-pentecostalismo”.
Um compromisso maior da igreja com a doutrina certamente elucidaria este fenômeno absurdo entre o povo de Deus e levaria a igreja a dias melhores espiritualmente e influenciaria nas decisões noutras áreas tão negligenciadas nesses últimos dias.
As Doutrinas Bíblicas são exatamente o que nos faria separar deste secretismo religioso que invadiu algumas “igrejas”, tornando em muitos casos, quase impossível diferenciarmos uma igreja da outra. Só ela e nada mais que ela (a doutrina), é capaz de expor esses falsos ensinos que contribuem para a descaracterização e desconstrução da nossa identidade cristã. Só a doutrina nos pode trazer clareza sobre os propósitos de Deus para connosco como Corpo de Cristo e Instituição modeladora da sociedade.
A Doutrina leva-nos a uma compreensão muito mais clara sobre Cristo e a sua Missão e consequentemente nos aproxima de Deus com mais entendimento e beneficiando nós da sua graça de uma forma mais plena.
Sem um reconhecimento da Importância da Doutrina Bíblica para a igreja, não é possível cumprir razoavelmente a nossa missão neste mundo, já que a meu ver, é ela que fundamenta as nossas ações e visão das coisas.
Por fim, podemos entender que a verdadeira doutrina cristã nos leva à perfeição em Cristo, como nos orienta Hebreus 6:1 e deve ser incorruptível, levada com seriedade e sinceridade, como nos ensina o trecho de Tito 2:7. Aliás, o capítulo dois de Tito é outro trecho indispensável de estudo pelos líderes da igreja.
Portanto, o ensino das doutrinas bíblicas feito sistematicamente à igreja actual é, a única maneira de nos livrarmos da apostasia e da apatia que tanto nos cerca.

Pajovi 2018

segunda-feira, 4 de junho de 2018

DEVEMO-NOS APRESENTAR COMO PEDRAS GRANDES


1 Crónicas 28:10
Olha, pois, agora, porque o SENHOR te escolheu para edificares uma casa para o santuário; esforça-te, e faze a obra. 

Devemos pensar como pedras grandes e imponentes.
Todos nós Cristãos, precisamos de ser e de preparar os novos crentes para que se revelem como “pedras grandes” na casa do Senhor. Falo de gente que “pensa grande” que vê ao longe e que dá muitos “frutos”.
Muitas pessoas têm uma visão curta! Isso faz mal à obra. Uma visão enferma, torna a vida enferma.
O Senhor nos chamou para um enorme projecto, um projecto de conquista das nações. E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Marcos 16:15

DEVEMO-NOS APRESENTAR COMO PEDRAS GRANDES
Nós precisamos ser e precisamos preparar os novos crentes para que se revelem como "pedras grandes" na Casa do Senhor. Estou a falar de gente que pensa grande, que enxerga grande, que frutifica grande.

Para tanto, é preciso que façamos cair por terra as "fortalezas de tacanhice" que o sistema secular plantou nas nossas mentes e emoções. A que é que eu chamo de tacanhice?..é aquela mentalidade do "do jeito que está, está bom"; a cultura do "se tentar melhorar, estraga"... Essas coisas... São fortalezas que o diabo levantou!
No dicionário, “tacanho” significa ter vistas curtas nas suas ideias; é ser estreito, pequeno.

Um baterista que toca sempre da mesma maneira, sem se aperfeiçoar com novos métodos, é tacanho... Um dançarino que não aprimora os seus passos com novos movimentos é tacanho... Um pregador que prega sempre no mesmo estilo, sem se aventurar a novos métodos, é tacanho... Uma igreja que não enxerga além das suas paredes é tacanha.

Muitas pessoas têm a visão curta! Isso faz mal à obra. Uma visão enferma, torna a vida enferma.

Irmãos, falo em nome do Senhor: Nós não podemos mais admitir uma mentalidade de submundo, regida por sentimentos de incapacidade, de inferioridade e de desvalorização. 

O Senhor nos chamou para um enorme projeto - um projeto de conquista das nações. Ele disse: "Ide por todo o mundo e fazei discípulos de todas as nações"!

É uma grande comissão! É uma grande obra!...comecemos por conquistar, para Jesus, os nossos vizinhos, depois o bairro, depois a cidade, depois vamos avançando, avançando, até conquistar as nações... A obra é grande!

Mas para isto, Deus precisa de vidas que sejam capazes de se mover na força do seu poder, que suportem nos ombros grandes pesos, e que caminhem como conquistadores por natureza. Amém?
Seremos capazes de nos apresentar para este propósito Divino?

DEVEMO-NOS APRESENTAR COMO PEDRAS PRECIOSAS.
Precisamos ser e preparar os crentes novos para que sejam do tipo "pedras preciosas".
Com isto, refiro-me a gente que traga a excelência no seu caráter e, por conseguinte, que revele esse caráter em acções e frutos.
Há uma voz profética sobre a Igreja que diz: "Chega de mediocridade!" O povo de Deus não pode ser um povo comum, dado à acomodação, contente com um pouco de Deus, enquanto há Nele, uma vida abundante a ser experimentada!
Tenho uma conclusão triste a respeito de alguns irmãos que conheci, porque me passaram a ideia de que se lá no céu, não puderem passear pelas ruas de ouro, mas se puderem ficar naquela “laminha” da beira da estrada, estarão com isso, muito contentes. Eles dizem: "Que me importa? O importante é entrar no céu; entrar já é bom!”...e assim, vão levando uma vida de crentes, muito morna. Isso é mediocridade.

Jesus advertiu uma igreja inteira, a igreja de Laodicéia, contra essa mentalidade, ao dizer: "porque são apenas mornos, nem frios nem quentes, vou logo vomitá-los da minha boca" (Ap 3.16). 
Irmãos: a nossa vida tem que revelar em tudo o padrão de excelência dos céus: o céu é lindo, é sublime, é espetacular, é de uma santidade absoluta... A nossa vida tem que refletir isso!
As nossas práticas devocionais, o nosso ministério, a nossa família, a nossa saúde, as nossas finanças, a nossa profissão, enfim, tudo o que somos e fazemos, precisa de trazer a marca do precioso, do superior, do melhor.
É claro que isto custa um preço. Nós não tropeçamos em pedras preciosas ao caminhar pela rua. É necessário cavar, buscar com perseverança. 
Mas quero dar uma boa notícia: a excelência já está semeada em nós! Sim, todo aquele que nasceu de novo é verdadeiramente nobre, tem capacidade de projetar coisas nobres e tem nobreza para perseverar. Amém!?
Digo isto porque o melhor de Deus, que é Jesus, está em nós! 
Então, é necessário apenas remover os entulhos da velha natureza, para que a nossa vida seja uma referência do que há de melhor nesta terra.
Finalmente, para construir um Palácio para Deus:

NÓS DEVEMOS APRESENTAR-NOS COMO PEDRA LAVRADA.
O Senhor nos quer levantar como "pedras lavradas" para edificar a sua casa. 
Isto fala de tratamento, fala de mudança nas nossas vidas, fala de discipulado.

É através do processo de discipulado que somos transformados, de pedras brutas, em pedras lavradas, polidas, prontas para a obra de Deus. 
Será que todos sabem o que é DISCIPULADO?
Talvez a minha lista das diferenças do CRENTE para o DISCÍPULO, possa ajudar. Todos os discípulos são crentes, mas nem todos os crentes são um discípulo. Vejamos: 
O crente cai facilmente na rotina; o discípulo é um revolucionário.
O crente depende dos afectos de seu pastor; o discípulo está determinado a servir a Deus. 
O crente gosta de elogios; o discípulo do sacrifício vivo.
O crente entrega parte das suas finanças; o discípulo entrega toda a sua vida. 
O crente reclama e murmura; o discípulo obedece e nega-se a si mesmo. 
O crente exige que os outros o visitem; o discípulo visita.
O crente pensa em si mesmo; o discípulo pensa nos outros.
O crente senta-se para adorar; o discípulo anda a adorar.
A meta do crente é ir para o céu; a meta do discípulo é ganhar almas para povoar o céu.
O crente pede que os outros orem por ele; o discípulo ora pelos outros.
Ao todo são umas 50 diferenças que tenho na minha lista. (Alguém mas enviou pela Internet!)
A verdade é que precisamos ser lavrados no nosso caráter, polidos no caráter, moldados no caráter, pelo Senhor - e o discipulado é o que proporciona isso.
É por isso que, somente aqueles que se submetem ao tratamento, podem finalmente ser aproveitados em lugares-chave da Casa do Senhor.

Conclusão
Amado: Deus está a edificar a Igreja, um Palácio para Ele! Coisa nobre, porque Deus é nobre! 
Estaremos nós dispostos a andar por este caminho? 
Estaremos dispostos a assemelhar-nos àquelas pedras que Salomão mandou trazer? Pedras grandes, preciosas e lavradas para a edificação do templo?
Vamos permitir que aquelas áreas da nossa vida, que trazem deformidades, sejam tratadas? 
Isto pode ser bem doloroso, mas não há como revelar a glória de Deus sem antes passarmos pelo caminho da renúncia e do quebrantamento.
A minha oração é para que Deus encontre em nós uma pedra viva, pronta para fazer parte do magnífico palácio para Deus, que Ele mesmo está a edificar neste tempo.


Pajovi  2018

sábado, 26 de maio de 2018

VOLUNTARIADO! O QUE É?


O voluntariado é uma forma sem igual, de praticar o bem e a solidariedade, junto de uma sociedade cheia de desigualdades e imperfeições.

Uma das lições que o Senhor Jesus Cristo deixou através do Seu exemplo foi o ato de servir — e como Seu povo devemos também servir-nos uns aos outros. É o que Ele demonstra no Evangelho de Mateus, no versículo 28 do capítulo 20: “Assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos”.

Ser voluntário cristão é ser um combatente discreto que partilha o seu amor pelo próximo, que não procura fama, dinheiro ou oportunidade de riquezas, apenas dá o que tem de melhor de si. O voluntário cristão age com determinação, independentemente das condições, sendo sensível e respondendo às necessidades circundantes.

Não é preciso necessariamente ser-se perito em alguma coisa para se ser voluntário. Todos podem ser voluntários, pois todas as pessoas têm capacidades, habilidades e dons. O serviço de voluntariado é para ser bem feito com zelo, se não for para ser bem feito, não vale a pena fazer.

No voluntariado, cada um contribui com o que pode, mas é preciso depois de assumir o compromisso é para ser cumprido. Uns têm mais tempo livre que outros, mas se cada um oferecer o melhor de si o trabalho será realizado. Alguns sabem exatamente o que querem fazer, outros estão prontos a ajudar em tudo o que for preciso. É frequente ouvirmos comentar: “Eu não me importava de ajudar também” ou “Se pudesse também me envolvia”. Quando não há vontade, também não há tempo… na verdade, quando precisamos de algo, o melhor é procurarmos quem já esteja ocupado, porque quem não tem ocupação, normalmente não tem tempo.

O voluntário cristão tem de ser a imagem de Cristo na terra. Se assim for, ele e as suas atitudes serão muitas vezes a única Bíblia que aqueles que estão a ser ajudados irão ler. O voluntário cristão é uma carta de amor de Deus para o mundo.

O voluntariado ensina-nos a ver para lá das nossas próprias vidas. Ser voluntário é fazer algo de bom por alguém que não lhe é nada, sem estar à espera de uma recompensa, um elogio ou algo troca. Contrariamente ao que se possa pensar, existem muitas pessoas hoje em dia que se dedicam ao voluntariado, que dão do seu tempo, e por vezes também alguns dos seus bens pessoais, para ajudar aqueles que são menos favorecidos na sociedade que nos rodeia e envolve.


Dentro da Igreja, fora da Igreja, ou das duas formas. O que importa é estar ativo na nobre missão de servir. E uma das formas de cumprir a missão é realizar um trabalho voluntário. 




Pajovi 2018

sábado, 19 de maio de 2018

ENVELHECIMENTO, SINÓNIMO DE SOLIDÃO?


Será que quando envelhecemos também ficamos mais sozinhos? Envelhecer implica solidão? Eu acredito que não, tudo depende de cada um de nós e da forma como encaramos a velhice.
A solidão pode e deve ser combatida, não só pela própria pessoa, mas também pela sociedade. Se a sociedade e a igreja criarem condições adequadas para o combate a este estigma, as pessoas terão de certeza absoluta alternativas à solidão. Será que estão as Igrejas evangélicas, a cuidar convenientemente dos seus velhos?
O ser humano é psicossocial, logo não acredito que se isole de ânimo leve e voluntariamente. Nunca devemos esquecer que solidão, não é sinónimo de isolamento. E este último pode ser auto imposto. Em qualquer dos casos há sempre muito a fazer. Não acredito que ao envelhecer ficamos mais sozinhos, quero acreditar que à medida que envelhecemos, vamos sim aprendendo a lidar com a solidão e a viver connosco próprios. Quando não conseguimos lidar, com uma imagem total de nós e da nossa relação com os outros, então acredito que seja nessa altura que se manifestam “os sintomas” da solidão. Sendo o ser humano um ser social, se não houver uma integração total e adequada, da representação das relações e do que é a solidão, então nunca saberemos o que é sermos nós próprios, mesmo na presença dos outros.
Estudos indicam que os idosos devem permanecer no seio familiar o mais tempo possível, no entanto, com a sociedade actual, cada vez mais a institucionalização é uma das primeiras opções da maioria dos familiares. Será correcto? (Institucionalização é quando alguém está durante todo o dia entregue aos cuidados de uma instituição que não a sua família). Infelizmente em Portugal é assim que acontece, o idoso quase nunca tem o direito da última palavra nem da escolha, é muito mais simples institucionalizar quando começa a dar mais trabalho. Espero que tal não aconteça no seio das famílias e das Igrejas Cristãs. Existem outras alternativas de apoio aos idosos, sem que estes tenham de sair do seio familiar e social.
A partir do momento da reforma, na grande maioria das vezes, os idosos são descartados e considerados como inactivos e inúteis para a sociedade, sendo desta forma excluídos da mesma. Cabe a todos nós, em especial à comunidade cristã, mudar mentalidades e atitudes, com vista a uma inclusão social deste grupo que ainda tem tanto para oferecer.
De facto, ser idoso não significa ser inútil. Ser idoso é apenas mais uma etapa deste ciclo, que é a nossa vida e passagem pela terra.
A grande maioria das pessoas com 65 anos ou mais, são ainda bastante activas e produtivas. De facto, se conseguirmos aproveitar o que de bom este grupo tem para oferecer, conseguiremos ter uma sociedade mais rica, não apenas em termos monetários mas principalmente a nível social e cultural.
Os jovens de hoje serão os idosos de amanhã, por isso se queremos ser respeitados amanhã, respeitemos hoje!





Pajovi 2018

sábado, 21 de abril de 2018

PENSAMENTOS DE VIDA

Há coisas que nos fazem pensar. Tesouros que outros homens nos deixaram e podemos aproveitar, tirando frutos da sua experiência. Podem ser poemas completos ou curtas palavras cheias de sentido.
Porque, se é verdade que na escola se aprendem muitas coisas, os manuais escolares feitos pelas editoras não são muito úteis para construir um homem.
Para os aproveitar convenientemente, é preciso que exista já um homem com as qualidades necessárias para isso. Uma pessoa capaz de superar, de insistir, de esforçar. É preciso ter uma vontade forte, um gosto de aprender. Um sonho, talvez.
Começamos por ser bebés, depois crianças, depois adolescentes e finalmente adultos. Tivemos uma família e educação, melhor ou pior. Mas chega uma altura em que ficamos sozinhos e é bom encontrarmos aquelas frases luminosas capazes de acender em nós qualquer coisa que fique connosco e faça parte de nós; frases que nos recordem o caminho certo, que nos dêem o impulso necessário para subir a montanha que temos de subir.
Hoje sai de todas as dificuldades; ou melhor, expulsa todas as dificuldades, pois elas não estão no exterior, mas sim no interior, nas tuas opiniões e conceitos de vida.
O problema que estiveres a atravessar enfrenta-o. Não fiques a dar voltas, fingindo que ele não existe. Se o problema existe, é para ser resolvido. Se for grande demais, vai resolvendo parte por parte, até que ele fique mais pequeno a cada dia que passa. Dá atenção especial a todos os que são gentis e amáveis contigo, com certeza receberás gentileza também. Mas não te esqueça de que nem todos os dias são bons para todos. Dá à tua paciência, à tua compreensão e ao teu raciocínio todo fôlego que eles precisam. Pensa duas vezes se tiveres que engolir algum "sapo". Lembra-te, ele pode ser indigesto demais. E, mesmo que hoje o teu dia seja bastante atarefado, não te esqueças de deixar alguém feliz, mandando um olá a quem queres bem, às pessoas de quem realmente gostas. Talvez amanhã o teu dia seja muito mais ocupado que hoje, por isso faz isso agora mesmo, não guardes para amanhã.
Semeia um pensamento e colherás um desejo; Semeia um desejo e colherás a acção; Semeia a acção e colherás um hábito; semeia o hábito e colherás o carácter.
Que DEUS abençoe todos os dias da tua vida.

Pajovi  2018

domingo, 17 de setembro de 2017

O amor ao próximo e o voluntariado.



Numa sociedade cada vez mais egoísta, na qual as pessoas tendem a centrar-se nelas mesmas e a não olhar para os que as rodeiam, é cada vez mais importante e mais valorizada a existência de alguém que se diferencie nesse aspecto e se preocupe com os outros.
Todas as pessoas podem ser “grandes”, porque todos nós podemos servir. Não precisamos de ter um diploma universitário para servir. Não precisamos de saber conjugar o “sujeito” com o “verbo” para servir. Só precisamos de um coração cheio de graça e de amor ao próximo. De uma alma gerada pelo amor e para o amor.
O verdadeiro amor ao próximo manifesta-se através da identificação de quem é o nosso próximo e de como podemos ser próximos dele. Precisamos de entender que o nosso próximo é aquele a quem podemos abençoar prestando socorro nos tempos de necessidade, ou simplesmente, servindo os outros no dia-a-dia. O amor genuíno pelo próximo abrirá os nossos olhos para que possamos ver as suas necessidades e dilatará o nosso coração até transbordar de compaixão pela sua vida. Como consequência de tudo isso, solta-se em nós um fluxo de acções concretas, que nos colocam no contexto de vida dessa pessoa, de tal maneira que podemos dizer que não apenas reconhecemos, vimos ou sentimos algo; mas sim que, verdadeiramente nos envolvemos com a pessoa e com as suas necessidades.
Pare um pouco para pensar nas pessoas que o cercam. Pense também nas que não estão tão próximas, geograficamente falando (por exemplo África), mas que podem ser ajudadas por si de alguma forma, como se elas estivessem ao seu lado. Comece a ver as suas necessidades com os olhos da alma. Agora, permita ao seu íntimo que introduza em si o sentimento da compaixão e do amor, e pergunte a si mesmo como pode fazer diferença na vida dessas pessoas. Além disso, esteja pronto para agir a qualquer momento do seu dia, caso surja alguma oportunidade para ajudar alguém.
De facto, ajudar o próximo é um gesto honroso e, muitas vezes, simples, que todos podem fazer. Porém, nem sempre estamos dispostos a tirar um pouco do nosso tempo e dá-lo a quem mais precisa.
Ser um voluntário é dar ao seu próximo “algo” que ele precisa, mas antes de mais é fazer com que este “algo” seja uma força à qual a pessoa possa recorrer para mudar o rumo da sua vida.
Qualquer pessoa se pode tornar num voluntário. Para isso, basta procurar a Associação mais próxima de si e saber o que pode fazer e como pode ajudar.
Bem hajam.


Pajovi   Setembro 2017

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Baptismo, o que realmente significa na Bíblia?

baptismo é algo conhecido por quase todas as pessoas. No entanto, com certeza, não é entendido correctamente em seu sentido bíblico pela maioria delas. Há muita confusão a respeito do real sentido do baptismo, por isso, espero que com este artigo consiga elucidar de forma simples algumas dessas dúvidas.
A mais importante informação sobre o baptismo cristão, é que ele foi instituído por Jesus Cristo: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, baptizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado.” (Mateus 28. 19-20)
Baptismo, o que significa na Bíblia?
Baptismo significa um ato no qual se usa a água como símbolo da purificação que já aconteceu na vida de uma pessoa, ou seja, alguém é alcançado por Deus, arrepende-se de seus pecados, é purificado, justificado por Jesus pela fé e, então, se torna Seu discípulo. Essa é a transformação interior que ocorre antes da pessoa ser baptizada.
A partir daí a pessoa está pronta para ser batizada, selando essa transformação e purificação que já aconteceu na sua vida. O batismo também representa um compromisso da pessoa com Deus e com a Sua obra.
Batismo e salvação
Há muitas pessoas que se confundem, acham que o batismo salva. Em conversa com muitos “novos convertidos” que vêm de outras religiões e que têm uma pressa gigantesca em se batizar. Quando questionados sobre esta questão, logo associam que precisam de ser batizados para que a sua salvação seja selada ou alcançada.
Porém, é um erro pensar assim, pois a salvação é pela fé e não pelo baptismo. Para ilustrar cito o ladrão da cruz. Ele foi salvo? As palavras de Jesus mostram que sim, veja: “Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.” (Lucas 23. 43). Ele foi baptizado? Não! Se o baptismo fosse uma condição essencial para a salvação o ladrão da cruz não poderia ser salvo. O que dizer, por exemplo, de uma pessoa que se converte e morre logo em seguida? Não seria salva porque não se baptizou? Obviamente que será salva, pois a salvação está ligada à obra que Jesus já fez no coração dela.
É claro que esse fato não diminui a importância do batismo, pois o batismo é um símbolo (um sacramento) importante (que vem de Deus) e que deve ser recebido pelos que foram purificados por Jesus pela fé. O que não precisa é de haver pressa e desespero, que resultam em batismos mecânicos e sem sentido. Muitas denominações batizam pessoas quase por atacado, sem ao menos acompanhar essas pessoas num discipulado e explicar as coisas básicas a respeito do arrependimento e sobre a obra de Cristo. Levantou a mão já batizam. Repito: Batismo não salva ninguém.
Quem salva é Jesus Cristo. Todos os que foram alcançados por Jesus serão salvos, no entanto, nem todos os que foram baptizados serão salvos, somente o serão os que foram verdadeiramente alcançados por Jesus. Digo isto porque uma pessoa pode ser baptizada por motivos e crenças erradas, ou seja, pode enganar os homens que a baptizam, que acabam muitas vezes por achar que essa pessoa realmente teve um encontro com Jesus, mas ela não teve.

COMO SE BAPTIZA?
A palavra “baptismos” no grego significa: “imergir; mergulhar; colocar para dentro de”. No curso da história, por várias razões, apareceram outras formas de baptismo, como aspersão e ablução (banho); entretanto, como o baptismo é uma identificação com Cristo na sua morte e ressurreição, e é exactamente isto que a imersão significa, não praticamos outras formas de baptismo.
Quando Filipe baptizou o etíope, eles pararam num lugar onde havia água. A Bíblia diz que ambos entraram na água (At 8.38,39). Certamente aquele eunuco viajava abastecido com água potável; se fosse o caso de praticarem a aspersão havia água suficiente naquela carruagem para isso, mas baptizar é imergir! Não foi à toa que João Baptista se utilizou do rio Jordão para baptizar. Depois, mudou o local de baptismo para Enom, perto de Salim, e razão para isto é descrita pelo apóstolo João no seu evangelho: “porque havia ali muitas águas” (Jo 3.23).
Além da água, é necessário alguém que ministre o batismo ao novo-convertido, uma vez que não existe Auto batismo na Bíblia. E quem pode batizar? Quem tem autoridade para isto? Só o pastor? Não! A ordenança de Jesus é clara: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo”(Mt 28.19).
Jesus mandou fazer discípulos e depois baptizá-los. A ordem já subentende que quem faz o discípulo tem autoridade para baptizá-lo. Filipe era apenas um diácono, fazendo o trabalho de evangelista; não era o pastor de igreja nenhuma, e baptizou!


Pajovi                    Agosto 2017

O crente Evangélico e a “INTEGRIDADE”

O que é a “Integridade” qual o seu significado?
“Integridade” vem do Latim “INTEGRITATE”, que significa “INTEIRO” que não se fragmenta, no nosso contexto de Igreja, ser integro quer dizer que não podemos ter uma face “religiosa” e outra “profissional” ou de “negócios” ou “comercial” ou “estudantil” ou “familiar”, ou seja, temos de viver a nossa espiritualidade e a nossa Fé, firmemente, quer seja na Igreja ou em qualquer outro local onde estejamos, independentemente da situação ou circunstâncias em que nos encontremos.
Tenho-me apercebido que nos dias de hoje, alguns “crentes” têm uma atitude na Igreja e outra na sua vida de negócios, criando como que sectores diferenciados da sua vida. Alguns mostram “integridade” nalgumas áreas enquanto noutras não. Mas o que é pior e mais grave, é que não vêm nenhum problema nessa situação. Nestes casos a “Integridade” é relativa e ocasional ela depende de oportunidades e situações. Alguns mostram “Integridade” nas coisas de Deus mas não nas coisas financeiras ou de negócios. Essa separação de valores assemelha-se a uma “religiosidade farisaica”, os fariseus e os escribas agiam da mesma maneira. Jesus acusou-os desse pecado por várias vezes.
Algumas Igrejas estão cheias, mas eu pergunto, será que essas pessoas estão cheias da igreja ou cheias do poder de DEUS? Estar numa igreja não nos faz estar cheios do poder de DEUS, o que nos faz estar cheios do poder de DEUS é buscarmos a retidão a “Integridade” em todas as áreas da nossa vida.
Jó era um homem temente a DEUS e nisso estava a base da sua “Integridade” e retidão. Estas qualidades são produzidas em nós por DEUS, porque nenhum homem produz “Integridade” e retidão por si próprio, a não ser que tenha em si o caráter de JESUS CRISTO.
Se um cristão se diz “Integro” perante todas as situações, não deverá pôr de parte os seus deveres (e aqui falo especialmente para os empresários), para com as autoridades instituídas, nomeadamente a fiscalidade, sabemos que os impostos custam a pagar mas, se não forem pagos como funcionará por exemplo, a Segurança Social? E as reformas, como serão pagas?
Na Bíblia é reconhecido o direito aos governos instituídos de cobrar impostos Rom. 13: 1 a 7 (NVI) – por esse motivo e para mantermos a nossa “Integridade” devemos pagar os nossos impostos, até porque o governo instituído no nosso País, existe por voto do povo e não por opressão. Será que ao não pagarmos os impostos devidos não estamos a contrariar a nossa “Integridade”? A consciência do cristão na verdade exige que ele pague impostos até mesmo para manter a sua “Integridade”.
Todos temos uma voz interior, mas ela nem sempre é confiável. Para agradarmos a DEUS a nossa consciência precisa de estar em harmonia com os Seus padrões morais, devemos pois ajustar o nosso modo de pensar ao modo de pensar de DEUS, temos de nos esforçar para entender como DEUS encara as autoridades humanas instituídas.
Não podemos ter “Integridade” numas situações e noutras não. Neste campo especialmente os Empresários Cristãos terão de ser honestos e corretos e não esquecer, que é especialmente importante que a sua “Integridade” fora dos muros da igreja, tem de ser notória e a sua vida transparente, pois a nossa vida, se a vivermos com “Integridade” será muitas vezes a única Bíblia que os não crentes irão com certeza ler.

Que DEUS vos ilumine e abençoe.


Pajovi     Agosto 2017


É LICITO AO CRISTÃO FAZER TATUAGENS NO SEU CORPO?

Antes de decidir fazer uma tatuagem, creio que é necessário (seria no mínimo aconselhável), pensar nalguns pontos, para que essa tatuagem não se transforme num motivo de problemas para a sua vida e venha a ser do desagrado a Deus.
Tudo o que fazemos deve ser feito para a glória de Deus. Em 1 Coríntios 10. 31 encontramos um princípio que deve ser aplicado em todas as nossas ações: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.”. Se a tatuagem que quer fazer é apenas com um intuito egoísta, se é apenas um ato de rebeldia contra algo ou alguém, se é um desejo originado por algo pecaminoso, não faça, pois não estará a glorificar a Deus. A motivação daquilo que fazemos, conta muito para Deus. Uma motivação errada levará a um caminho errado, que não glorificará o Senhor. Faça essa pergunta a si mesmo: A minha atitude de querer ter uma tatuagem glorificará a Deus?
A tatuagem vai causar escândalo? Apesar de ser algo subjetivo, a questão de causar escândalo. Paulo deixou-nos uma boa maneira de refletirmos sobre a nossa liberdade cristã, principalmente em relação ao próximo. Em 1 Corintios 8.1-13, Paulo refletiu sobre a sua liberdade diante das pessoas mais fracas na fé. Por que não deveríamos nós refletir também sobre isso? Ele fez duas conclusões interessantes que, penso eu, podem dar entendimento para uma tomada de decisão mais madura em relação às tatuagens: “Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos (…) E, por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.” (1Co 8. 9; 13). O referencial do reino de Deus é o “nós” e não o “eu”, por isso, pense se essa tatuagem não vem trazer mais problemas que bênção na sua vida e na comunidade. Então, depois de refletir bem decida se fará ou não a tatuagem.
Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos. (Colo. 3:15)

Creio que os pontos citados acima fornecem algumas referências para uma decisão correta em relação a fazer ou não uma tatuagem. Usar a liberdade que Cristo nos deu da melhor forma possível, seja para fazer uma tatuagem ou para escolher não fazer uma tatuagem, é o que Deus espera de cada um de nós. Por isso, antes de fazer a tatuagem faça uma reflexão imparcial e sincera sobre a questão é só depois decida.

Pajovi            Agosto 2017

A IMPORTANCIA DA NOSSA VIDA

  Existem duas ocasiões na vida, em que percebemos como uma pessoa é ou não, importante para as outras. Uma delas é quando morre. Quando vo...