segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O Efeito de Estufa e o Aquecimento Global * Parte 2

Na realidade as oscilações anuais da temperatura que se têm verificado neste século estão bastante próximo das verificadas no século passado e, tendo os séculos XVI e XVII sendo invulgarmente frios (numa escala de tempo bem mais curta do que engloba idades do gelo), o clima pode estar ainda a recuperar dessa variação. Desta forma os cientistas não podem afirmar que o aumento de temperatura global esteja de alguma forma relacionado com um aumento do Efeito de Estufa, mas, no caso dos seus modelos para o próximo século estarem correctos, os motivos para preocupação serão muitos.
Segundo as medições da temperatura para épocas anteriores a 1860 (desde quando se tem vindo a fazer o registo das temperaturas registadas em várias áreas de globo), que puderam ser feitas a partir dos anéis de árvores, de sedimentos em lagos e nos gelos, o aumento de 2 a 6 ºC que se prevê para os próximos 100 anos seria maior do que qualquer aumento de temperatura alguma vez registado desde o aparecimento da civilização humana na Terra. Torna-se assim quase certo que o aumento da temperatura que estamos a enfrentar é causado pelo Homem e não se trata de um fenómeno natural.
No caso de não se tomarem medidas drásticas de forma a controlar a emissão de gases de Efeito de Estufa é quase certo que teremos que enfrentar um aumento da temperatura global que continuará indefinidamente e cujos efeitos serão piores do que quaisquer efeitos de provocados por flutuações naturais, o que quer dizer que iremos provavelmente assistir às maiores catástrofes naturais (agora causadas indirectamente pelo Homem) alguma vez registadas no planeta.
A criação de legislação mais apropriada sobre a emissão dos gases de Efeito de Estufa é de certa forma impedida por também existirem fontes de Dióxido de Carbono naturais (o qual manteve a temperatura terrestre estável desde idades pré-históricas), o que torna também o estudo deste fenómeno ainda mais complexo.
A acrescentar a esta complexidade temos ainda a impossibilidade de comparar directamente este aquecimento global com passadas mudanças de clima devido à velocidade com que tudo está a acontecer. As analogias mais próximas que se podem estabelecer são com mudanças provocadas por alterações abruptas na circulação oceânica ou com o drástico arrefecimento global que levou à extinção dos dinossáurios. O que existe em comum entre todas estas mudanças de clima são extinções em massa por todo o planeta tanto a nível da fauna como da flora. Esta analogia vem reforçar os modelos estabelecidos em que se prevê que tanto os ecossistemas naturais como as comunidades humanas mais dependentes do clima venham a ser fortemente pressionados e postos em perigo.
A eminência de uma mudança tão drástica como a alteração da temperatura global do planeta trás consigo perigos que deviam estar a preocupar muito mais os governos em fazer diminuir as taxas de emissão dos gases de Efeito de Estufa para a atmosfera, pelo menos ao nível das actividades industriais e nos automóveis particulares, encarando o problema com o nível de seriedade que este merece.”
Do aumento da temperatura, resultarão modificações mais ou menos profundas no regime das precipitações (chuvas) e no ciclo natural da água, assim como a fusão dos gelos das grandes calotes polares, o que provocará profundas alterações na fauna e na flora e a elevação do nível dos oceanos, submergindo vastas zonas costeiras. A elevação do nível do mar provocará a emigração de dezenas de milhões de pessoas, a redução das áreas de cultivo e a salinização das fontes de água doce.
A mim afecta-me de sobremaneira pensar “que planeta estou a deixar aos meus descendentes?”. É no âmbito desta pergunta, que faço tudo o que está ao meu alcance, para equilibrar o meio ambiente, nomeadamente na gestão da energia e na reciclagem.

Pajovi      Queluz

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O Efeito de Estufa e o Aquecimento Global * Parte 1

            Os gases que provocam o Efeito de Estufa, são o Dióxido de Carbono, o Metano, o Vapor de Água, o Óxido de Azoto e de Ozono e os CFCs (entre outros). 
             É devido ao uso de combustíveis fósseis e de outros processos a nível industrial, que levam à acumulação na atmosfera deste tipo de gases.
          O Efeito de Estufa é a forma que a Terra tem para manter constante a temperatura. Mesmo sendo a atmosfera altamente transparente perante a luz solar, cerca de 35% da radiação que recebemos é reflectida de novo para o espaço, ficando os outros 65% retidos na Terra. Isto deve-se principalmente ao efeito sobre os raios infravermelhos dos gases (atrás referenciados) com efeito de estufa, presentes na atmosfera, que vão reter esta radiação na Terra,  assistindo-se assim ao efeito calorífico dos mesmos.
            Os 5 países mais poluidores do mundo são (com maior emissão de CO 2):

1º EUA 5,762,050 – 2º China 3,473,600 – 3º Rússia 1,540,360 – 4º Japão 1,224,740 – 5º Índia 1,007,980

O Efeito de Estufa e o Aquecimento Global ( FONTE: ptsoft.net)
“O aquecimento global é o aumento da temperatura terrestre (não só numa zona específica, mas em todo o planeta) e tem vindo a preocupar a comunidade científica cada vez mais. Pensa-se que é devido ao uso de combustíveis fósseis e outros processos a nível industrial, que levam à acumulação na atmosfera de gases propícios ao Efeito de Estufa, tais como o Dióxido de Carbono, o Metano, o Óxido de Azoto e os CFCs.
Já há muitas décadas que se sabe da capacidade que o Dióxido de Carbono tem para reter a radiação infravermelha do Sol na atmosfera, estabilizando assim a temperatura terrestre por meio do Efeito de Estufa, mas, ao que parece, isto em nada preocupou a humanidade que continuou a produzir enormes quantidades deste e outros gases de Efeito de Estufa.
A questão que se põe é se os elevados índices de Dióxido de Carbono que se têm vindo a medir desde o passado século, e estão com tendência para aumentar, podem vir a provocar um aumento nas temperaturas terrestres suficientes para trazer consequências graves à escala global, pondo em risco a sobrevivência dos seus habitantes.
Na realidade desde 1850 temos vindo a assistir a um aumento gradual da temperatura global, algo que pode também ser causado pela flutuação natural desta grandeza. Tais flutuações têm vindo a ocorrer naturalmente durante várias dezenas de milhões de anos ou, por vezes, mais bruscamente, em décadas. Estes fenómenos naturais bastante complexos e imprevisíveis podem ser a explicação para as alterações climáticas que a Terra tem vindo a sofrer, mas também é possível (e talvez mais provável) que estas mudanças estejam a ser provocadas pelo aumento do Efeito de Estufa devido à actividade humana.
Para se poder compreender plenamente a causa deste aumento da temperatura média do planeta foi necessário fazer estudos exaustivos da variabilidade natural do clima. Mudanças, como as estações do ano, às quais estamos perfeitamente habituados. Não é motivo de preocupação o clima aquecer durante o Verão porque se está a passar exactamente o contrário no hemisfério oposto, mantendo a temperatura global em equilíbrio. Da mesma forma também não é motivo de preocupação um Verão mais quente do que o anterior porque provavelmente o Verão seguinte será novamente mais fresco. As causas destas flutuações naturais são imensas: desde erupções vulcânicas que provocam variações locais até a variações à escala global causadas por fenómenos regulares como o "El Niño" (um aquecimento que se verifica nas águas do Pacífico todos os 3 a 5 anos afectando o clima de todo o mundo temporariamente).
As idades do gelo que têm vindo a dominar o planeta desde há dois milhões de anos, durando dezenas de milhares de anos, terão sido devidas a alterações significativas nas calotes polares levadas a cabo por flutuações na intensidade da radiação solar e variações na distância entre a Terra e o Sol. Contundo durante os períodos interglaciais sempre se deram algumas mudanças climáticas menos abruptas, mas significativas, causadas provavelmente por rápidas mudanças na circulação oceânica. Mas no período interglacial que estamos a atravessar não se têm verificado quaisquer oscilações como as indiciadas para períodos interglaciais anteriores, tendo este período de estabilidade funcionando como uma "janela" que permitiu o florescimento da civilização humana.
CONTINUA
Pajovi      Queluz

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

MEIO AMBIENTE E GLOBALIZAÇÃO - PARTE 2

O desenvolvimento industrial, ocorreu de forma extremamente acelerada a partir da revolução industrial, nos meados do século XIX. A partir deste período, a poluição ambiental causada pelo homem, aumentou consideravelmente de um modo descontrolado, de forma que as relações entre o homem e o meio ambiente se modificaram e degradaram.
Actualmente, não é possível estimar a enorme quantidade, de produtos e substâncias, produzidas industrialmente, sendo que os resíduos e emissões das mesmas, no meio ambiente são igualmente diversos e inúmeros.
A poluição industrial, ocorre em todos os meios da biosfera, na água doce, nos oceanos, na atmosfera e no solo. Consequentemente, as comunidades biológicas dos ecossistemas, estão em contacto com substâncias e materiais que não são naturais, a maioria dos quais causam vários tipos de danos ecológicos. A poluição industrial, afecta directamente o homem, uma vez que estamos sujeitos, a ingerir água e alimentos contaminados e a respirar ar poluído.
Os agentes principais, da poluição industrial, são os gases tóxicos, libertados para a atmosfera, os compostos químicos orgânicos e inorgânicos lançados nos recursos hídricos e a poluição do solo, com o uso de pesticidas.
Existem várias instituições de defesa do ambiente tais como (entre outras):
QUERCUS - Associação Nacional de Conservação da Natureza.
A Quercus tem como objectivo, o unificar de todas as suas acções, tanto ao nível do estudo como da intervenção, salvaguarda do conhecimento, e promoção do património biofísico da nossa nação, consciente de que ele é parte integrante dos bens comuns da humanidade”.

 Greenpeace
“A Greenpeace é uma organização não-governamental com sede em Amesterdão (Holanda do Norte, Países Baixos) e escritórios espalhados por quarenta e um países. A Greenpeace busca sensibilizar a opinião pública através de actos, publicidades e outros meios. A actuação da Greenpeace é baseada nos pilares filosóficos-morais da desobediência civil e tem como princípio básico o testemunho presencial e a acção directa.”

Carta da Terra

            A Carta da Terra visa proteger e restaurar, a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial cuidado pela diversidade biológica e os processos naturais que sustentam a vida.
 Evitar danos como o melhor método de protecção ambiental e quando o conhecimento seja limitado, proceder com precaução.

Estas e outras instituições, são bastante importantes, pois no seu dia-a-dia promovem acções, que visam denunciar as atrocidades que se cometem habitualmente, contra o Planeta, denunciando ou sensibilizando, para situações, que de outro modo nem chegariam ao conhecimento, da maioria das pessoas.

Pajovi       Queluz

domingo, 5 de fevereiro de 2012

MEIO AMBIENTE E GLOBALIZAÇÃO - PARTE 1

Numa altura em que tanto se fala de “Globalização”, seria de esperar que existisse mais interesse mundial pelas energias alternativas, como uma das medidas, para combater o aquecimento global. Acontece porem, que os países “mais desenvolvidos”, são os que menos estão a investir nesta matéria.
O que é a “Globalização”? Chama-se globalização, ou mundialização, ao crescimento da interdependência de todos os povos e países da superfície terrestre. Alguns falam em “aldeia global”, pois parece que o planeta está a ficar “menor” e que todos se conhecem (assistem a programas semelhantes na televisão, ficam a saber no mesmo dia, o que acontece no mundo inteiro etc…).
No campo da degradação do meio ambiente, lembrando-me dos acordos existentes como: Protocolo de Montreal e Protocolo de Quioto, leva-me a pensar, porque será, que apesar de todos os acordos existentes, as Industrias, dos países altamente industrializados, continuam a matar o planeta?
      Vejamos o acordo de Quioto considerado o mais importante:
Foi feito no ano de 1997, na cidade japonesa de Quioto, e foi a quarta Conferência da Convenção Mundial do Clima, teve como objectivo, estabelecer metas, acerca da redução nas emissões de gases poluentes.
Nessa conferência, foi constituído o Protocolo de Quioto para selar o compromisso dos países, em reduzir as suas emissões de gases poluentes.
No contexto do aquecimento global é preciso contar com a participação de todos os países, em especial daqueles, que mais contribuem para emissão de gases e que muitas vezes, não aderem às metas propostas de redução.
Os Estados Unidos são um dos países que mais emite gases poluentes, cerca de 25% do total expelido no mundo, apesar disso não se comprometeu com as metas de redução do Protocolo de Quioto. Segundo os líderes norte-americanos, o país não aderiu, pois tal decisão embargaria o crescimento económico do país.
Esta decisão, só vem confirmar a minha opinião, de que as chamadas “grandes nações” não se preocupam em absoluto com o futuro do Planeta, mas sim com a afirmação presente de que são poderosos e ricos nos dias de hoje! E amanhã? Como será?

CONTINUA

Pajovi          QUELUZ

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Violência Doméstica Parte 5

Violência na Sociedade
Estamos numa Sociedade cada vez mais violenta e promíscua, onde imperam variados focos de criminalidade, o banditismo, o tráfico de estupefacientes, raptos, extorsões, burlas, são infelizmente cada vez mais os métodos ao dispor dos meliantes.
O crime tende a caminhar progressivamente para a sua constante sofisticação, não só para perigar a integridade física das pessoas, como também, alicerçado no uso da Internet e as suas novas tecnologias, os chamados “hackers” ou piratas informáticos, especializaram-se no cibercrime, utilizam apuradas e avançadas técnicas, capazes de penetrar nos sistemas de segurança on-line, das contas dos clientes das entidades bancárias, alcançam um controlo total sobre as movimentações bancárias e usurpam o dinheiro alheio.
Até mesmo, nos canais televisivos, somos confrontados com o culto da violência, filmes com cenas demasiadamente agressivas e violentas, incutem e ensinam nas crianças e adolescentes, determinadas técnicas que visam o roubo ou a luta, e que não deixam de ser estrondosos sucessos de bilheteira, porque até mesmo a sua audiência aplaude a violência explícita e gratuita.

Com o acesso à Internet, é disponibilizado, uma informação extensa e diversificada, em que muitas das vezes, os pais não conhecem os conteúdos dos sites por onde os seus filhos navegam e nem todos se preocupam, em vigiar e controlar, o acesso a este poderoso meio de comunicação, que tanto informa como deforma, culturalmente e intelectualmente.
A massificação do uso da Internet, facilitou o acesso a informações úteis, educativas, culturais e cientificas que demorariam, muitos dias e horas de pesquisa numa biblioteca, no entanto, também não deixa de ser assustador, a perigosidade extrema de certos dados a circular na Internet, e um deles, entre os milhões que se encontram na Web, é a exemplificação passo a passo de como construir bombas caseiras, um perigoso dado acessível a qualquer pessoa de qualquer faixa etária.
Nem toda a informação que circula pela Web é fidedigna, exacta ou verdadeira, uma grande parte contém erros graves em áreas como; os campos do conhecimento e do saber.
Cada vez mais sentimos medo, por podermos ser vítimas de assaltos, roubos, raptos ou simplesmente maltratados, sentimos receio da nossa própria solicitude, facto absoluto e inultrapassável, convivemos constantemente com o medo nas suas múltiplas facetas.
Nunca como agora, a Sociedade Moderna, que se transforma e delineia à escala global, sentiu a noção de medo. O terrorismo, ditou o seu peso, no já débil e fraco sentimento de segurança, que existe na nossa Civilização Ocidental.
Temos uma existência humana condicionada, por isso urge perguntar será que somos realmente livres e felizes? Ou tudo não passa de uma simples e estranha ilusão?



A azáfama constante da vida laboral, o seu stress inerente, a dificuldade em conciliar as exigentes carreiras profissionais e familiares, o desejo, a ambição o anseio de chegar a um topo de carreira ou de uma chefia, implica quase sempre relegar para um segundo plano, o vital convívio familiar entre pais e filhos, que ao longo da semana, simplesmente poucas palavras exprimem entre si.
Será este o estereótipo indicador de uma Sociedade, para educar, moldar e formar as próximas gerações, com valores de ordem, ética e moral? Um dado não deixa de ser curioso e preocupante, cada vez existe menos tempo, para sabermos ouvir, aprendermos a escutar e fundamentalmente, cultivarmos o autodomínio e o amor-próprio.

Não é raro ver-se na rua “explosões” de raiva e de mau trato, por vezes pequenos imprevistos ou acidentes que sucedem e que poderiam ser resolvidos pelo diálogo, mas que em vez disso, encerra-se a comunicação e, saca-se de um coldre, puxando por uma arma de fogo ou uma faca e ceifa-se uma vida humana, com a maior desfaçatez e facilidade.  
Infelizmente, mais haveria a dizer, mas por agora fico-me por aqui.

Pajovi      Queluz

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O MEU ANIVERSÁRIO

Existem duas ocasiões na vida, em que percebemos como uma pessoa é ou não, importante para as outras. Uma delas é quando morre.
Quando vou ao funeral de alguém, fico a pensar que se a pessoa que partiu, estivesse ali para ver como era amada e quantos estão ali por ela, essa pessoa saberia medir o vazio que  deixou, no seu ciclo de relacionamentos. Mas na morte, para quem partiu, essa demonstração é tardia demais.
Outro momento em que nos sentimos importantes é no dia do nosso aniversário. Hoje é o meu (25 DE JANEIRO). Claro, como quase todas as pessoas, o dia do nosso aniversário, é um dia muito especial. E para mim também se torna especial, não porque é o dia em que eu nasci, ou porque vai haver uma festa, ou porque vou ter algumas lembranças, mas por toda manifestação pública (ou particular) de carinho por mim.
Há um texto em 1ª João 4:12 que diz: “Ninguém jamais viu a Deus; se nos amamos uns aos outros, Deus está em nós, e em nós é perfeito o seu amor. Quando as pessoas manifestam o seu carinho por mim, é porque Deus está nelas e eu vivo duas emoções, o carinho da pessoa e a manifestação do carinho de Deus no meu coração.
E assim é com cada palavra de amor, escrita ou falada para mim hoje. E porque Deus está em cada um de vocês, eu sinto a manifestação do amor de Deus por mim. Vocês manifestam o vosso carinho por mim e Deus manifesta o amor d´Ele por mim. E isso repete-se, em cada sorriso que me é oferecido em amor. Em cada abraço, sinto a manifestação do Pai, através de cada pessoa, por causa do amor!
Hoje, quando abri o “facebook”, lá estavam as manifestações de carinho de todos os meus amigos e conhecidos. Ao ver isso hoje, no meu aniversário,  pude agradecer a Deus por poder estar a fazer aquilo que mais amo, que é servir a DEUS e às pessoas de uma maneira em geral, amigos, conhecidos e desconhecidos.
Hoje é um dia muito feliz. Pelos amigos que eu fiz ao longo da vida, pelo amor deles por mim e pelo amor de Deus, que se manifesta através de mim e através de cada um de vocês!
Obrigado Deus. Obrigado família e amigos. Obrigado à vida, ela é bela!

PaPajovi   QUELUZ, 25 Janeiro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Violência Doméstica Parte 4

A violência verbal

Normalmente dá-se paralelamente à violência psicológica. Alguns agressores verbais dirigem a sua artilharia, contra outros membros da família, incluindo nos momentos, em estes estão na presença de outras pessoas, estranhas ao lar. Na decorrência de sua menor força física e da expectativa da sociedade, em relação à violência masculina, a mulher tende a especializar-se na violência verbal mas, de facto, esse tipo de violência não é monopólio das mulheres.

Por razões psicológicas íntimas, normalmente decorrentes de complexos conflitos, algumas pessoas utilizam-se da violência verbal, infernizando a vida de outras, querendo ouvir, obsessivamente, confissões de coisas que não fizeram. Atravessam noites nessa tortura verbal sem fim. "tu tens outra (o).... tu olhaste para fulana(o)... Confessa, tu querias ter ficado com ela (e) " e todo tido de questionamento, normalmente argumentados, sob o rótulo de um relacionamento, que deveria basear-se na verdade.
A violência verbal existe até na ausência de palavras, ou seja, até em pessoas que permanecem em silêncio. O agressor verbal, vendo que um comentário ou argumento é esperado para o momento, cala-se, emudece e, evidentemente, esse silêncio magoa mais do que se tivesse dito alguma coisa.
Nesses casos a arte do agressor está, exactamente, em demonstrar que tem algo a dizer e não diz. Aparenta estar doente mas não se queixa, mostra estar contrariado, "fica sisudo" mas não fala, e assim por diante. Ainda agrava a agressão quando atribui a si a qualidade de "estar quietinho no seu canto", de não se queixar de nada, causando maior sentimento de culpa nos demais.
Ainda dentro desse tipo de violência, estão os casos de depreciação da família e do trabalho do outro. Um outro tipo de violência verbal e psicológica, diz respeito às ofensas morais. Maridos e esposas costumam ferir moralmente quando insinuam que o outro tem amantes. Muitas vezes a intenção dessas acusações é mobilizar emocionalmente o(a) outro(a), fazê-lo(a) sentir-se diminuído(a). O mesmo peso de agressividade, pode ser dado aos comentários depreciativos sobre o corpo do(a) cônjuge.
CONTINUA
Pajovi      Queluz

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Violência Doméstica Parte 3

A Violência Psicológica ou Agressão Emocional, às vezes tão ou mais prejudicial que a física, é caracterizada por rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Trata-se de uma agressão que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes indeléveis para toda a vida.
Um tipo comum de Agressão Emocional é a que se dá sob a autoria dos comportamentos histéricos, cujo objectivo é mobilizar emocionalmente o outro, para satisfazer a necessidade de atenção, carinho e de importância. A intenção do(a) agressor(a) histérico(a) é mobilizar outros membros da família, tendo como chamariz alguma doença, alguma dor, algum problema de saúde, enfim, algum estado que exija atenção, cuidado, compreensão e tolerância.
É muito importante, considerar a violência emocional produzida pelas pessoas de personalidade histérica, pelo fato dela ser predominantemente encontrada em mulheres, já que, a quase totalidade dos artigos, sobre Violência Doméstica dizem respeito aos homens, agredindo mulheres e crianças. Esse é um lado da violência onde o homem sofre mais.
No histérico, o traço prevalente é o “histrionismo”, palavra que significa teatralidade. O “histrionismo” é um comportamento caracterizado por colorido dramático e com notável tendência, em buscar atenção contínua. Normalmente a pessoa histérica, conquista os seus objectivos, através de um comportamento afectado, exagerado, exuberante e por uma representação, que varia de acordo com as expectativas da plateia. Mas a natureza do histérico não é só movimento e acção; quando ele percebe que ficar calado, recluso, isolado no quarto ou com ares de “não querer incomodar ninguém” é a atitude de maior impacto para a situação, acaba conseguindo seu objectivo, comportando-se dessa forma.
Através das atitudes histriónicas o histérico consegue impedir os demais membros da família a distraírem-se, a saírem de casa, e coisas assim. Uma mãe histérica, por exemplo, pode apresentar um quadro de severo mal-estar para que a filha não saia, para que o marido não vá pescar,   não vá ao futebol com amigos... A histeria quando acomete homens é pior ainda. O homem histérico é a grande vítima e o maior mártir, cujo sacrifício faz com que todos se sintam culpados.
Outra forma de Violência Emocional é fazer o outro sentir-se inferior, dependente, culpado ou omisso é um dos tipos de agressão emocional dissimulada mais terrível. A mais virulenta atitude com esse objectivo é, quando o agressor faz tudo correctamente, impecavelmente certinho, não com o propósito de ensinar, mas para mostrar ao outro o tamanho de sua incompetência. O agressor com esse perfil tem prazer quando o outro se sente inferiorizado, diminuído e incompetente. Normalmente é o tipo de agressão dissimulada pelo pai em relação aos filhos, quando eles não se estão saindo exactamente, do jeito idealizado, ou do marido em relação à esposa.
O comportamento de oposição e aversão é mais um tipo de Agressão Emocional. As pessoas que pretendem agredir, comportam-se contrariamente àquilo que se espera delas. Demoram na casa de banho, quando percebem que está alguém à espera que saiam, deixam as coisas fora do lugar, quando isso é reprovado, etc. Até as pequenas coisinhas do dia-a-dia podem servir aos propósitos agressivos, como deixar uma torneira a pingar, apertar a pasta dos dentes no meio do tubo e coisas assim. Mas isso não serviria de agressão, se não fossem atitudes reprováveis por alguém da casa, se não fossem intencionais.
Essa atitude de oposição e aversão, costuma ser encontrada em maridos que depreciam a comida da esposa e, por parte da esposa, que, normalmente se aborrece com algum sucesso ou admiração ao marido, ridiculariza e coloca qualquer defeito, em tudo que ele faça.
Esses agressores estão sempre a justificar as atitudes de oposição, como se fossem totalmente irrelevantes, como se estivessem correctas, fossem inevitáveis ou não fossem intencionais. "Mas, de facto a comida estava sem sal... Mas, realmente, fazendo assim fica melhor..." e coisas do género. Entretanto, sabendo que são perfeitamente conhecidos as preferências e estilos de vida dos demais, atitudes irrelevantes e aparentemente inofensivas, podem estar a ser propositadamente agressivas.
As ameaças de agressão física (ou de morte), bem como as crises de quebra de utensílios, mobílias e documentos pessoais, também são consideradas violência emocional, pois não houve agressão física directa. Quando o(a) cônjuge é impedida(a) de sair de casa e  fica trancado(a) em casa também se constitui em violência psicológica, assim como os casos de controlo excessivo (e ilógico) dos gastos da casa, impedindo atitudes corriqueiras, como por exemplo, o uso do telefone.
CONTINUA
Pajovi      Queluz

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Violência Doméstica Parte 2

Violência é um comportamento que causa dano a outra pessoa, ser vivo ou objecto. Nega-se autonomia, integridade física ou psicológica e mesmo a vida de outro. É o uso excessivo de força, além do necessário ou esperado. O termo deriva do latimviolentia” (que por sua vez o seu significado é, qualquer comportamento ou conjunto que deriva de vis, força, vigor); aplicação de força, vigor, contra qualquer coisa ou ente.
Assim, a violência diferencia-se de força, palavras que costumam estar próximas na língua e pensamento quotidiano. Enquanto força designa, na sua acepção filosófica, a energia ou "firmeza" de algo, a violência caracteriza-se pela acção corrupta, impaciente e baseada na ira, que não convence ou busca convencer o outro, simplesmente o agride.
Existe violência explícita quando há ruptura de normas ou moral sociais estabelecidas a esse respeito: não é um conceito absoluto, variando entre sociedades. Por exemplo, rituais de iniciação podem ser encaradas como violentos pela sociedade ocidental, mas não pelas sociedades que o praticam.

O abuso infantil, ou maltrato infantil, é o abuso físico e/ou psicológico de uma criança, por parte de seus pais – sejam biológicos ou adoptivos - por outro adulto que possui a guarda da criança, ou mesmo por outro adulto próximo à criança (parentes e professores, por exemplo).
O abuso infantil envolve a negligência por parte do adulto em cuidar do bem-estar da criança, como alimentação ou abrigo. Também é comum, envolver agressões psicológicas como, menosprezar, ou palavras que causam danos psicológicos à criança, e/ou agressões de carácter físico como espancamento, queimaduras ou abuso sexual (que também causam danos psicológicos).
Os motivos do abuso infantil são vários, entre elas, destacam-se o alcoolismo e o uso de drogas ilegais. Muitas vezes, os pais/cuidadores da criança são pobres e/ou possuem pouca educação, e podem tentar impedir o acesso da criança aos serviços médicos necessários, evitando a descoberta do abuso por parte dos médicos.
Superprotecção dos pais em relação à criança é também uma forma de abuso infantil, embora à primeira vista não o pareça, por possuir origens totalmente diferentes dos outros tipos de abuso.
CONTINUA
Pajovi      Queluz

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Violência Doméstica Parte 1

O retomar deste tema, deve-se ao facto de ser um tema, que cada vez mais assola a nossa sociedade.
Violência doméstica é a violência, explícita ou velada, praticada dentro de casa, usualmente entre parentes (marido e mulher e/ou filhos). Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, violência contra a mulher e contra o homem, maus-tratos contra idosos, e a violência sexual contra o parceiro.
Pode ser dividida em violência física — quando envolve agressão directa, contra pessoas queridas do agredido ou destruição de objectos e pertences do mesmo; violência psicológica — quando envolve agressão verbal, ameaça, gestos e posturas agressivas; e violência socioeconómica, quando envolve o controlo da vida social da vítima ou de seus recursos económicos. Também alguns consideram violência doméstica o abandono e a negligência quanto a crianças, parceiros ou idosos.
Estatisticamente a violência contra a mulher é muito maior do que a contra o homem. Em geral os homens que batem nas mulheres o fazem entre quatro paredes, para que não sejam vistos por parentes, amigos, familiares e colegas do trabalho. A maioria dos casos de violência doméstica são classes financeiras mais baixas, a classe média e a alta também tem casos, mas as mulheres denunciam menos por vergonha e medo de se exporem e a sua família.
Violência doméstica é a violência, explícita ou velada, praticada dentro de casa, usualmente entre parentes (marido e mulher). Inclui diversas práticas, como a violência e o abuso sexual contra as crianças, violência contra a mulher e contra o homem, maus-tratos contra idosos, e a violência sexual contra o parceiro.
Pode ser dividida em violência física — quando envolve agressão directa, contra pessoas queridas do agredido ou destruição de objectos e pertences do mesmo; violência psicológica — quando envolve agressão verbal, ameaça, gestos e posturas agressivas; e violência socioeconómica, quando envolve o controlo da vida social da vítima ou de seus recursos económicos. Também alguns consideram violência doméstica o abandono e a negligência quanto a crianças, parceiros ou idosos.
Estatisticamente a violência contra a mulher é muito maior do que a contra o homem. Em geral os homens que batem nas mulheres o fazem entre quatro paredes, para que não sejam vistos por parentes, amigos, familiares e colegas do trabalho. A maioria dos casos de violência doméstica são classes financeiras mais baixas, a classe média e a alta também tem casos, mas as mulheres denunciam menos por vergonha e medo de se exporem e a sua família.
A violência praticada contra o homem também existe, mas o homem tende a esconder mais por vergonha. Pode ter como agente tanto a própria mulher quanto parentes ou amigos, convencidos a espancar ou humilhar o companheiro. Também existem casos, em que o homem é apanhado de surpresa, por exemplo, enquanto dorme.
É mais frequente o uso do termo "violência doméstica" para indicar a violência contra parceiros, contra a mulher, contra o homem. A expressão substitui outras como "violência contra a mulher". Também existem as expressões "violência no relacionamento", "violência conjugal" e "violência intra-familiar".
CONTINUA
Pajovi      Queluz

sábado, 7 de janeiro de 2012

A RESPONSABILIDADE SOCIAL DO CRISTÃO

A nossa fé em Cristo, leva-nos necessariamente a intervir a favor do próximo. Sempre que essa acção faltar, é porque na verdade há falta de fé e desobediência à vontade de Deus.
Por isso, apontando para a responsabilidade social que nos cabe como cristãos, devemos, antes de mais nada, confessar que muito temos pecado diante do Senhor, pela nossa omissão.
Quantas vezes aconteceu, termos conhecimento de alguem que estava a passar fome e não lhe demos de comer? De alguem em dificuldades e não lhe demos atenção?
Nós ao alhearmo-nos dos problemas das nossas comunidades, ou fecharmos os olhos, diante do que se passa ao redor de nossos templos, estamos a contrariar a vontade de DEUS.
 Ao omitirmos o que se passa na sociedade, fechando os olhos diante das injustiças sofridas por pessoas ao nosso redor, estamos a contrariar a vontade do nosso DEUS.
 Nós assim, ao ignorarmos o sofrimento de povos e indíviduos em todo o mundo, estamos a contrariar a vontade do nosso DEUS.
 Agindo assim, tornamo-nos desobedientes e negamos aquele que confessamos como nosso Senhor.
 Cabe-nos pois como cristãos, como comunidade e como Igreja inserida na sociedade, reconhecer a nossa culpa, arrepender-nos e pedir perdão, expressando tudo isto numa ação eficaz, obedecendo assim à vontade do nosso SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO.
Como cristãos confessamos que a vida é uma dádiva de Deus. Tudo o que somos, e tudo quanto temos, DELE provêm; As nossas capacidades técnicas e intelectuais, a natureza e o mundo.
 A responsabilidade pelo uso de tudo isto é nossa mas, devemo-la ao próprio DEUS (Gen. 1:26-28). Ao nosso lado encontram-se os nossos semelhantes, igualmente agraciados(Isa. 11:1-10), não temos pois o direito de fazer uso deles, pelo contrário, devemos garantir-lhes tudo quanto lhes é de direito. Por tudo que fizer-mos, iremos prestar contas ao Criador, Senhor único de todos os homens.
A boa sociedade compreende para todos, trabalho, saúde, habitação, sustento, cultura,  lazer, convivência e liberdade. Sempre que um desses elementos faltar para um só ou mais seres humanos, observamos um mundo caído, rebelde para com DEUS (Rm. 1:28-32). A consciência cristã acusa o pecado, tanto na esfera individual como na social (Rm. 3:9-18). O excesso e o abuso, bem como as distorções destes elementos, são o outro lado da moeda: Sustento sem trabalho próprio e às custas do alheio (IITs. 3:10-13); consumismo esbanjador em vez de sustento básico (Ex. 20:8-11); trabalho escravo sem lazer, convivência marginalizada sem escola (Jr. 6:11-17); subsistência sem liberdade, são apenas algumas das possibilidades (Is. 5:8).
 Destruição da natureza, concentração de riqueza, emprego da força, infração dos direitos dos outros são apenas algumas das consequências daquelas distorções fundamentais (Am. 5:7, 10-12).
Contudo, onde a consciência acusa, o Evangelho levanta a voz profética para chamar ao arrependimento, à libertação e à mudança radical (Mc. 1:15). O Evangelho é o próprio Jesus Cristo, que sofreu pelo mundo caído para libertar o homem pecador (Lc. 4:18-21). Por isso também hoje não conseguimos ver Deus no progresso, mas sim naqueles que são por ele triturados não no poder, mas naqueles que são por ele abatidos, não no dinheiro, mas naqueles que não têm como comprar o elementar para suas vidas (Mc 8.34-38).

Pajovi            QUELUZ   

A IMPORTANCIA DA NOSSA VIDA

  Existem duas ocasiões na vida, em que percebemos como uma pessoa é ou não, importante para as outras. Uma delas é quando morre. Quando vo...