sábado, 30 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
NOVO TEMPLO DA A.D. ENCONTRO VIDA
Hoje dia 03 de Junho de 2012, vamos ter um culto especial de acção de graças no espaço destinado ao novo templo da A.D. Encontro Vida, as obras vão começar na próxima semana e irão demorar cerca de 3 meses.
Estas são as fotos iniciais do espaço que tem 1000 m2.
sábado, 12 de maio de 2012
PASSADO, HISTÓRIA, CRISE?
Os
filhos de DEUS não têm passado! Efésios 4:22 - Quanto à antiga maneira de viver,
vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos
enganosos. Espiritualmente
falando, os filhos de DEUS têm uma história. Nas mãos do nosso DEUS e PAI, o
nosso passado é resolvido e a nossa história começa a ser escrita. Lucas 1:1-
Muitos já se dedicaram a elaborar um relato dos factos que se cumpriram entre
nós.
Viver
no passado é parar no tempo, é estagnar e inviabilizar o futuro.
Todo o passado mal resolvido,
prende-nos e faz-nos ficar a olhar para trás. 2ª Coríntios
2:10- Se vocês perdoam a alguém, eu também perdoo; e aquilo que perdoei, se é
que havia alguma coisa para perdoar, perdoei na presença de Cristo, por amor a
vocês. Se
alguém nos ofender, além de perdoar temos de esquecer.
Porém em CRISTO, a nossa história é uma porta aberta para o
amanhã, para a realização dos sonhos e promessas de DEUS.
Só alguém livre de um passado
escravizante e paralisador rompe na conquista do sobrenatural de DEUS, com ou
sem crises porque está livre para tomar as decisões certas. Como decisão é uma
questão de mentalidade, é preciso ter uma mente livre e renovada que não tenha
em consideração as coisas antigas e que esteja aberta para decidir
correctamente as coisas novas que DEUS está fazendo.
Nós só influenciaremos positivamente
o nosso futuro quando não vivermos as dores do passado. Não podemos pois ficar
presos a um passado paralisador.
A crise, pode ser um trampolim para
grandes conquistas ou grandes derrotas, tudo irá depender das decisões que
tomarmos quando ela se apresentar. Podemos estar em crise, na nossa vida
pessoal, familiar ou profissional, mas se estivermos libertos do nosso passado
e os nossos olhos, puderem ver as coisas novas de DEUS que estão a nascer, não
caminharemos sem direcção, porque o SENHOR nos preparará o caminho.
A libertação do passado e a
renovação da mentalidade são fundamentais para tomar as atitudes correctas, especialmente
em tempo de crise. No momento de crise, quando parecer que tudo está acabado,
não podemos valorizar a derrota mas sim declararmos que DEUS está a fazer
coisas novas na nossa vida.
Temos de confessar perante DEUS as
nossas fraquezas os nossos traumas e feridas e pela fé renunciar a tais coisas,
assumindo a libertação e a cura. Devemos consagrar a nossa vida, mente e
coração ao SENHOR e temos de nos firmar nos princípios e caminhos de DEUS.
Tiremos os nossos olhos de ontem e olhemos para o SENHOR na esperança de um
amanhã repleto de vitórias e conquistas. A crise de hoje, pode ser o ponto de
partida para um salto de fé, que nos levará ao ponto mais alto e mais lindo da
nossa existência.
Não devemos fugir da crise, se ela
chegou, devemo-nos encher do poder de DEUS, encará-la e resolve-la. Devemos
declarar que chegou ao fim o passado de crises e de lembranças que nos
escravizam e paralisam.
O SENHOR chama por nós, para
rompermos com um passado de derrotas e impossibilidades de assumirmos a nossa
nova história, resolvida e escrita pela SUA mão.
Não podemos viver as más lembranças
do passado, pois este é o ano aceitável do SENHOR e ELE está a fazer coisas
novas na nossa vida. Lucas 4:19 - A
pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em
liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do Senhor.
Pajovi QUELUZ
quinta-feira, 3 de maio de 2012
O QUE É A HISTÓRIA?
História é a ciência que
estuda a vida humana através dos tempos. Historiador é a pessoa que interpreta
os factos históricos ou experiências humanas, com ajuda dos registos dos povos,
deixados de geração em geração. A história divide-se em curta, média e longa
duração. Curta duração é a história que se está a passar de imediato. Média
duração refere-se aos factos do nosso tempo. Longa duração é a história que
ocorreu há muito tempo atrás (exemplo “a Pré-História”).
História é ciência do
passado e do presente, um e outro, inseparáveis.”
O passado
realmente aconteceu, mas a história é apenas o que alguém
escreveu. Conhecer a História faz-nos ter a sensação de que pertencemos a
um grupo social que existe ao longo dos tempos, desde bem antes do nosso
nascimento até muito depois da nossa morte.
A História é
feita de muitas partes, mas também é única. Somos parte de um mesmo processo
que percorre o mundo e nos liga ao planeta. Perder o sentido da mudança é o
perder da vida e das oportunidades que ela nos dá todos os dias, para
transformá-la.
Aquele que não se pode
recordar do passado, está condenado a repeti-lo. O passado é uma lição para se
meditar, não para se reproduzir. A vida só pode ser compreendida olhando-se
para trás, mas só pode ser vivida olhando-se para a frente. Para predizer o que
vai acontecer, é preciso saber o que ocorreu antes. Se não conhecermos a
História, nada conhecemos, somos apenas uma folha que não sabe que é parte de
uma árvore.
Um historiador é
alguém que tem como objectivo,
analisar a memória e a Identidade que são conceitos primordiais ao estudo da
História e demonstra a actualidade e a pertinência do estudo da História. Ele
inicia esse capítulo, trazendo à tona a questão actualíssima da Globalização e
destaca a História como uma ferramenta, que pode ajudar-nos a entender esse
fenómeno, em níveis locais e nacionais. Questões de grande importância são
indicadas para nossa própria reflexão e que podem ser questões que permeiem a
nossa prática pedagógica e de cidadania.
O que representam
as identidades nacionais, colectivas e étnicas? A ciência da História pode ser
uma ferramenta, que poderá proporcionar questões para a busca da compreensão da
sociedade actual, revisitando o passado e as suas fontes de estudo. A busca
pela identidade e pela memória, não são ferramentas de exclusão, mas sim de
busca pelo entendimento do “outro”, da cultura diversa e sua compreensão, na
busca de um convívio mais harmónico entre todos.
Pajovi QUELUZ
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Sonhando os sonhos de Deus
Em Génesis 37: 1-11 nós temos uma bela história bíblica, o bom seria se todos
nós a pudéssemos aplicar nas nossas vidas. Encontramos nessa Palavra
experiências de relacionamento familiar, relações pessoais, essa Palavra também
fala de futuro, de escolha, fala de sonhos.
José era um sonhador que começou a sonhar os sonhos de Deus na sua vida. Assim como aconteceu com José, Deus sempre tem algo para nós, uma coisa é certa, você nunca será menos do que os seus sonhos, você é exactamente do tamanho dos seus sonhos.
José era um sonhador que começou a sonhar os sonhos de Deus na sua vida. Assim como aconteceu com José, Deus sempre tem algo para nós, uma coisa é certa, você nunca será menos do que os seus sonhos, você é exactamente do tamanho dos seus sonhos.
Quando você serve um Deus grande, Ele faz coisas grandes em si e na sua vida. Os homens que se deixam usar por Deus chegaram lá, além de José, com certeza existem muitos sonhadores. Cada pessoa deve sonhar, é tempo de olharmos para que os sonhos de Deus, não tenham limites para sonhar, todos os sonhos em Deus são possíveis de serem realizados, cada um deles no seu próprio tempo sem excepção.
José ousou em sonhar; Muito jovem foi vendido pelos seus irmãos como escravo para o Egipto, para um país estrangeiro, de língua diferente, costumes diferentes, tudo diferente, longe da sua família, porém José não deixou de sonhar. O diabo sempre irá tentar roubar os nossos sonhos, colocar empecilhos e entraves, um qualquer tipo de fracasso, de decepção para que nossos sonhos não se realizem, quem sonha sempre irá encontrar resistência nas pessoas ao seu redor, nos lugares ou no tempo.
Primeiro - As Pessoas: “Teve José um sonho e o relatou a seus irmãos; por isso, o odiaram ainda mais.” Génesis 37: 5, o ódio dos seus irmãos era porque o pai o amava, quando você é amado, você recebe ódio de graça, muita gente começa a se incomodar com você, com a sua maneira de ser, com o seu jeito de se vestir. “Seus irmãos lhe tinham ciúmes; o pai no entanto, considerava o caso consigo mesmo.” Génesis 37: 11, quando você tem sonhos, os que não têm, começam a ter inveja de si.
Segundo - Lugares: foi no local de trabalho que o diabo tentou destruir o sonho de José, foi na casa de Putifar, lugar onde José continuou a enfrentar todo o tipo de lutas e adversidades. José foi parar na prisão, por falsa acusação, por não ceder aos desejos da mulher de Putifar, mesmo depois de trabalhar, trabalhar, trabalhar. Enquanto José trabalhava para Putifar, Putifar prosperou, e isso é uma das razões que levam muitas pessoas a deixarem de sonhar, porque elas trabalham e as outras pessoas é que prosperam.
Terceiro - Tempo: o tempo é um plantar muito importante para que o sonhador colha os frutos de seus sonhos. Em Génesis 39: 20-23 José é levado para a prisão, para muitos a prisão é um lugar onde todos os sonhos acabam, mas para José aconteceu ao contrário, ali foi onde tudo se realizou, José lutou, trabalhou, conquistou a confiança do carcereiro. Isso indica que não é o lugar que faz as pessoas, mas são as pessoas que fazem com que o lugar fique diferente. O sonhador não espera que o lugar seja transformado, mas é ele que transforma o lugar. Para quem sonha, não existe um lugar difícil, é o sonhador que trás a presença de Deus. José começou a transformar aquela prisão, porque ele tinha um sonho. O tempo é a resposta para o sonhador, o tempo foi responsável pela recompensa de José e para que o seu sonho se cumprisse.
Génesis 41:39-40
Depois disse Faraó a José: Pois que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão entendido e sábio como tu.
Tu estarás sobre a minha casa, e por tua boca se governará todo o meu povo, somente no trono eu serei maior que tu.
Pajovi Queluz
domingo, 15 de abril de 2012
O homem, a Sociedade a cultura e o que o muda ou corrompe! Parte 3
O novo dinamismo do mercado e da indústria cultural a nível global, levam a uma ordem complexa e desagregada, que dificilmente pode ser compreendida através das meras relações de oferta e procura, entre os países centrais e periféricos. Trata-se antes de mais, de uma gestão muito sincronizada e muito dinâmica, relacionada directamente com a economia e com a cultura.
O processo central na sociedade contemporânea, está centrado fundamentalmente, numa globalização levada a cabo de maneira selvagem e absolutamente dependente do mercado, do seu crescimento, das diversas aberturas e da diversidade crítica, socioeconómica, e sociocultural.
Em primeiro lugar, problemas estruturais tais como a crescente diferença entre a riqueza e a pobreza, alternam entre as mudanças na constituição familiar e no papel da mulher, na família e na sociedade em geral, o aumento do emprego precário e do desemprego, as novas formas de violência e marginalização, fragmentam as cidades, aumentam o racismo, a negligência; médica, educacional e social. Tudo isto tem efeitos negativos em toda a estrutura social e cultural. A criação de uma cultura de massas não tende à homogeneização do imaginário colectivo, mas sim a uma variedade bastante diversificada.
Apropriamo-nos do que recebemos da cultura de massas e adoptamos apenas, aquilo que nos interessa e ao nosso modo. Perante um discurso homogéneo, que fala como se todos os habitantes da terra, tivessem um computador e estivessem ligados à internet, é importante recordar que grande da população mundial, não tem telefones, televisores, jornais e ainda muitos deles não têm acesso à alfabetização. Agora, enquanto a diversidade das sociedades latino-americanas é uma das características principais da sua própria constituição, a verdade é que essa diversidade de práticas e representações, expressa uma grande variedade de formas de vida e relacionamentos, em permanente conflito de integração entre si e controversa numa relação histórica, em relação à cultura Europeia. Talvez aí resida precisamente a nossa especificidade cultural, ao fazer-nos entrar em conflito de integração com outros povos e culturas além de desejarmos muitas vezes uma constante distinção. Embora a mudança cultural, seja geralmente causada por alguma alteração, nas condições de vida de uma sociedade, pode também resultar das acções de um individuo que “contagia” os seus pares e assim sucessivamente até se produzir uma mudança cultural relevante.
Penso que é fundamental um ensinamento profundo, do que significa a cultura e tudo o que ela alcança, quais os seus elementos constituintes e de tudo o que faz à natureza do próprio homem, sem rodeios e sem tabus de política ou educação.
Muitas vezes temos uma ideia errada de cultura, quando se pensa que esta designa e engloba o mundo dos artistas, mas na verdade isso não é assim. Não é cultura, apenas uma actividade de alguém que por determinadas circunstâncias, expõe as suas obras de pintura ou escultura, mas na verdade cultura é tudo o que qualquer homem faz e recebe dentro da sua comunidade, todos criamos cultura e vivemos com ela condicionando-a a seu tempo.
Os valores aprendidos em criança, são um factor decisivo e determinante para o individuo, em relação a toda a sua vida e são por sua vez, uma assinatura que é impressa e proporciona o sustento para um nível elevado, no qual as instituições de ensino e professores se devem basear. Os ensinamentos saudáveis, devem ser passados de geração em geração e nunca devem ser esquecidos nem negligenciados.
Pajovi QUELUZ
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Páscoa! Festa de ressurreição de Jesus!?
Como que por unanimidade, muitos fazem essa declaração...
Infelizmente poucos sabem a verdadeira origem dessa festa. Pois, nem é preciso dizer que por parte dos incrédulos, a ignorância os faz pensar que a Páscoa é a comemoração da ressurreição do Senhor. É uma ignorância alimentada pela tradição.
Mas que dirão aqueles que crêem no Senhor Jesus Cristo, no sangue precioso que Ele derramou na cruz pelos nossos pecados e que entregaram as suas vidas a Ele?
A ORIGEM...
Se formos ver a origem da páscoa, isto é, a verdadeira Páscoa, que é bíblica, encontramos no livro de Êxodo, capítulo 12, onde o Senhor declara uma série de ordenanças ao seu povo, Israel, para ser lembrada à posteridade, e cumprida. Isto é, a páscoa foi instituída por Deus para Israel. E o significado desta festa encontra-se no versículo 12, onde se diz o seguinte:
"Naquela mesma noite passarei pelo Egipto e matarei todos os primogénitos, tanto dos homens como dos animais, e executarei juízo sobre todos os deuses do Egipto. Eu sou o Senhor!” Êxodo 12:12
Temos aí portanto, o motivo da páscoa: A morte dos primogénitos dos egípcios e a execução do juízo de Deus, sobre todos os deuses egípcios. E noutras passagens, são reforçadas o sentido da Páscoa:
“Quando entrarem na terra que o Senhor prometeu lhes dar, celebrem essa cerimónia.”
Êxodo 12:25
Êxodo 12:25
“Quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimónia?’,”
Êxodo 12:26
Êxodo 12:26
“Respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egipto e poupou nossas casas quando matou os egípcios". Então o povo curvou-se em adoração.” Êxodo 12:27
Como se vê, o seu significado é bem diferente daquele que o mundo interpreta: A ressurreição do Senhor Jesus; pois, não existem bases sólidas para tal argumento, visto que a ressurreição foi uma consequência da perfeição do Senhor Jesus, uma vez que ele não cometeu nenhum pecado, portanto, não poderia permanecer morto. E também, a garantia da Sua vitória sobre a Morte, fazendo valer assim a Sua promessa de vida eterna e plena, para todos aqueles que creram e se entregaram a Ele. Mas em nenhuma parte das Escrituras diz que a páscoa é a comemoração da ressurreição do Senhor; nem no Velho, quanto mais no Novo Testamento.
Portanto, ao se tratar de definir um sentido diferente daquilo que Deus estabeleceu para uma festa por Ele ordenado, é o mesmo que distorcer a Sua Palavra. Sejam quais forem os motivos apresentados.
E uma das evidências dessa distorção é pelo facto de que a páscoa católica, hoje oficialmente adoptada no mundo, inclusive no meio evangélico, jamais deva coincidir com a páscoa judaica. No entanto, isso nem sempre acontece, pois: "O Concílio Eclesiástico de Nicéia (325) reajustou o calendário numa tentativa de evitar a coincidência da Páscoa com o Pessach," (a páscoa judaica)... Apelaram inclusive, ao matemático Gauss, para estabelecer uma fórmula simples e prática no cálculo da data da Páscoa, visto que todas as festas móveis católicas, dependiam do dia da Páscoa.
A razão de tudo isso é pelo facto de que o calendário hebraico é lunar, isto é, baseado no ciclo da Lua; enquanto o calendário dos católicos, (o Gregoriano) é solar. Trazendo assim complicações no estabelecimento de datas, visto que a Páscoa Judaica "se moveria" dentro do calendário gregoriano, podendo coincidir dessa forma, com a Páscoa dos católicos. Principalmente levando em conta de que a Páscoa judaica duraria uma semana, tornando mais fácil essa coincidência. E é o que eles não querem. Pois senão, de outra forma, não teria justificativa, visto que é mais fácil adoptar a Páscoa dos judeus. Isto é, aparentemente fizeram a questão de não seguir os preceitos bíblicos da Páscoa, pois teriam de respeitar rigorosamente a data, e o motivo da comemoração (e que é bem diferente da tradição católica, onde a Páscoa é a ressurreição, e não a morte do Cordeiro, nem tão pouco era considerado a saída do Egipto).
Outra coisa a ser considerada é de que a igreja católica, permitiu a matança dos judeus (durante o período da Inquisição), nas festas das Páscoas, sob uma falsa acusação de que estes usavam o sangue das crianças "cristãs" para a confecção dos pães ázimos.
Os pães ázimos, isto é, pães sem fermento, fazem parte do preceito bíblico para a comemoração da verdadeira Páscoa, que é judaica.
Neste caso, reparamos num odioso e reprovável anti-semitismo, bem evidente na Idade Média, onde não somente desprezaram os preceitos bíblicos da Páscoa, estabelecendo os seus próprios, como também ignoram o sentido dos pães ázimos, dando uma versão pervertida ao povo, que crê cegamente nas suas doutrinas.
O anti-semitismo pode perfeitamente, explicar todas essas distorções.
PÁSCOA, OU A CEIA DO SENHOR?
O próprio Senhor Jesus, quando instituiu a Ceia do Senhor, que se deu no dia da Páscoa (Mateus 26:17-19; Marcos 14:12-16; Lucas 22:7-13), e não foi pela Sua ressurreição que a instituiu, mas sim, em memória a Ele e anunciando a Sua morte, até que Ele nos venha buscar (I Coríntios 11:26).
Isto é, a Ceia do Senhor deu-se justamente na páscoa porque, a verdadeira Páscoa era Ele (I Coríntios 5:7), que estava preparado para morrer pelos nossos pecados e ser crucificado por nós. Por isso, foi chamado de Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo (João 1:29), porque Ele é o Cordeiro a ser sacrificado na Páscoa, para derramar o Seu sangue pelos nossos pecados; pois sem tal sacrifício, nenhum homem se poderia aproximar de Deus nem entrar em comunhão com Ele, ganhando assim a vida eterna. Razão pelo qual, uma vez feito tal sacrifício, o único verdadeiro e perfeito, deixaria de ter sentido a Páscoa, uma vez que o antigo pacto foi consumado. Foi por essa razão que o Senhor Jesus se reuniu com os seus discípulos, para realizar a última Páscoa e estabelecer o novo pacto, mais abrangente e debaixo da graça: a Ceia do Senhor.
Ora, se o irmão pretende celebrar a Páscoa, deverá seguir à risca os mandamentos que Deus deu a Moisés!
Terá de deixar de participar da Ceia do Senhor periodicamente (geralmente mês a mês), pois, a Páscoa só se dá por volta dos meses de Março/Abril de cada ano. Visto que era celebrada no mês de abibe, no dia 14 por diante, e deverá imolar um cordeiro, e comer por sete dias, pães ázimos e ervas amargas... (Êxodo 12:2-8-15).
Não imolando o cordeiro, mesmo assim, teria de ser com pães ázimos, e já terá transgredido a Lei de Deus!
Mas acontece que a Páscoa é um mandamento somente para o povo de Israel, e não para os outros povos, quanto mais para a Igreja de Cristo, pois senão teriam de seguir à risca, todos os preceitos que Deus deu a este povo.
É uma celebração exclusiva do povo de Israel, pois nós temos em Êxodo 12:3 o seguinte:
Digam a toda a comunidade de Israel que no décimo dia deste mês todo homem deverá separar um cordeiro ou um cabrito, para a sua família, um para cada casa.
Êxodo 12:3
Êxodo 12:3
É uma festa que deve ser guardada por todos os filhos de Israel (Êxodo 12:47).
E mais, o estrangeiro não deve comer dela (Êxodo 12:43). Se por acaso, um estrangeiro, um gentio, quiser participar da páscoa, deve ser circuncidado. (Êxodo 12:43).
Circuncidará um salvo em Cristo Jesus para participar da páscoa?
É estar debaixo da Lei, e não da graça! E tanto pelo facto de estar debaixo da Lei que, caso um homem, filho de Israel, se não comemorou a Páscoa, deve ser extirpado do povo de Deus; por outras palavras, executado (Números 9:13). Era portanto, um mandamento severo, um pacto feito entre Deus e Israel, assim como o mandamento de guardar o sábado. Logo, se nós comemoramos a Páscoa, colocar-nos- hemos no mesmo pé de igualdade com os adventistas do sétimo dia.
A ORIGEM PAGÃ DA PÁSCOA ATUAL
A Páscoa que se comemora no dia de hoje, não se assemelha nem um pouco com a Páscoa bíblica, que faz parte da Lei que Deus ordenou a Moisés e que era destinada a todo o Israel. Pelo contrário, essa Páscoa que conhecemos é completamente estranha aos preceitos bíblicos e que se reveste de outros valores sob o disfarce do cristianismo nominal.
Acima de tudo, o seu paganismo que é demonstrado em duas evidências:
O ovo e o coelho, são símbolos que vieram dos povos antigos, como os egípcios e os persas, além de outros. Nesse caso, os ovos eram tingidos, e dados aos amigos, e os chineses usavam-nos nas festas de renovação da natureza. E como peças decorativas pagãs chegaram até nós, provenientes de regiões como a Ucrânia, sob o nome de pessankas.
É rica a simbologia pagã relacionada com os ovos. Segundo Cirlot, são emblemas da imortalidade, encontrados nos sepulcros pré-históricos da Rússia e da Suécia. E também usados como escritas hieroglíficas dos egípcios, consideradas como o que é potencial, o princípio da geração, o mistério da vida; sendo usados pelos alquimistas. Enfim, o ovo é o símbolo cósmico na maioria das tradições, desde a Índia até aos druidas celtas.
Para os egípcios, o deus Rá, nasceu de um ovo; para os hindus, Brahma surgiu de um ovo de ouro, Hiranyagarbha e que depois, com a casca, fez o Universo. Para os chineses, P'an Ku, nasceu de um ovo cósmico.
Ele é o símbolo de fertilidade, usado como talismã pelos agricultores. E tem diversas superstições ligadas ao seu uso.
Na mitologia grega, os gémeos Castor e Pólux, nasceram de ovos "postos" (pasmem!) por uma mortal, Leda, quando foi seduzida por Zeus, que lhe apareceu sob a forma de um cisne! O ovo era, na verdade, considerado por diversos pagãos, como a origem dos seres humanos.
Quanto ao coelho da páscoa, provém da lebre sagrada da deusa Eastra, uma deusa germânica da primavera.
Era ela, a lebre, quem que trazia os ovos; e que noutras regiões, como na Westphalia (Alemanha), tal papel era exercido pela "raposa da páscoa"; ou, na Macedónia (Grécia), por"Paschalia" o espírito do dia.
Porém, prevaleceu como símbolo da fertilidade, a lebre (ou o coelho), porque já era conhecida como tal durante muitos anos. E em várias regiões, a lebre era considerada uma divindade. Ela está relacionada com a deusa lunar Hécate na Grécia e além da Eastra, tem-se o equivalente que é a deusa Harek dos Germanos, que era acompanhada por lebres, consideradas como símbolos da fertilidade, devido à grande capacidade de se reproduzir segundo os anglo-saxões, como também os chineses, associada à Primavera.
É interessante notar que a lebre (ou o coelho) é considerada como um animal imundo (Deuteronómio 14:7). E que só recentemente é que a páscoa está a ser comemorada como uma festa em homenagem à primavera, em Israel, (ligada portanto, com os ritos da fertilidade). Isto é, já se tem uma contaminação pagã na páscoa judaica e que outrora era considerada bíblica. E com muita razão:
A páscoa judaica já há muito tempo deixou de ser bíblica, visto que não tem mais eficácia, pois, a verdadeira páscoa, o Senhor Jesus, já foi consumado lá na cruz. Por esse motivo é que Deus permitiu a destruição do Templo de Salomão, cerca do ano 70 d.C., para que fosse impedida a comemoração da páscoa. Pois tal comemoração, juntamente com outros preceitos, prenderiam os judeus à Lei, ao antigo pacto, e que deixou de ser válido. Além disso, os sacrifícios de holocausto (que fazem parte da Lei), só poderiam ser realizados no Templo, e não noutro lugar.
Tendo isso em conta, de que a própria páscoa, instituída por Deus, deixou de ser válida, quanto mais não seria antibíblica a comemoração da páscoa do mundo, cuja procedência é pagã?
PARA CONCLUIR.
A páscoa que se comemora actualmente faz parte das chamadas festas cíclicas pagãs, onde se presta grande importância na guarda das datas, dias, meses, etc. E para esse caso, é bom lembrarmo-nos da advertência dada pelo apóstolo Paulo aos Gálatas:
Mas agora, conhecendo a Deus, ou melhor, sendo por ele conhecidos, como é que estão voltando àqueles mesmos princípios elementares, fracos e sem poder? Querem ser escravizados por eles outra vez? Gálatas 4:9
Vocês estão observando dias especiais, meses, ocasiões específicas e anos!
Gálatas 4:10
Gálatas 4:10
A verdadeira Páscoa foi consumada quando o nosso Senhor e Salvador foi crucificado na cruz. Portanto, não faz mais sentido para nós a sua comemoração, visto que não representa sequer a ressurreição de Jesus mas sim, a revitalização de uma festa milenar e pagã de fertilidade.
O nosso alvo é a importância da morte do Senhor Jesus, e devemo-nos lembrar disso, até à volta d'Ele, para nos vir buscar; isto é, devemo-nos lembrar da Sua morte na Ceia do Senhor.
QUE DEUS VOZ ABENÇOE RICAMENTE.
Pajovi QUELUZ
O homem, a Sociedade a cultura e o que o muda ou corrompe! Parte 2
Numa sociedade urbana, os limites de desvio do comportamento individual, são em comparação com as sociedades primitivas muito amplos.
A maneira de produzir formas e estruturas culturais, é histórica. A cultura representa uma experiencia social, que por sua vez se transmite de uns indivíduos para os outros, através do chamado processo de sociabilização, segundo o qual indivíduos e grupos, entram simultaneamente em contacto uns com os outros e os instruem com os processos e as técnicas, que lhes permitem relacionar-se com o mundo externo. Estas técnicas incluem valorizações específicas do mundo externo, de consciência específica ou histórica da realidade, assim como uma maneira relativamente homogénea de a representar ou experimentar.
Toda a cultura é um acto de formação ou reformação contínua, que por sua vez constitui uma estrutura de comportamentos, que para ter homogeneidade necessita de se repetir. As suas trocas implicam não só transformações do meio em que vive, mas também do homem e das suas relações com os outros e dele em conjunto com a produção de bens materiais.
Antes da nossa era, os Atenienses (na época de Péricles), admiravam os mesmos templos e as mesmas estátuas, aplaudiam as mesmas tragédias e as mesmas comédias, formavam verdadeiramente um povo, desde os aristocratas da cultura até aos artesãos e quiçá aos escravos.
Os vínculos naturais do mundo medieval que conformavam uma comunidade, deixaram vínculos artificiais que os indivíduos estabelecem entre si, ao passo da comunidade e da sociedade. A individualidade resulta de um processo histórico-cultural, de individualização e emerge com a transição do comunismo social, que tem lugar com a aparição da sociedade burguesa e o despontar do capitalismo Europeu.
A maioria das pessoas, viviam em povoados do interior e nunca se tinham encontrado com um estrangeiro, de uma cultura remota em toda a sua vida. Actualmente pelo contrário, a maioria das pessoas já teve contacto com povos e culturas de todo o mundo. Imagens de outras culturas, chegam-nos todos os dias através da televisão e da Internet, também encontramos diariamente, estrangeiros emigrantes, principalmente nas cidades em que vivemos. No espaço de 100 anos a interacção cultural em todo o mundo tem crescido dramaticamente.
As interacções globais na actualidade, representam um problema de tensão entre uma cultura homogenia e heterogénea. A homogeneização deriva ou para uma discussão sobre a crescente expansão da cultura, ou para a transformação da cultura em mercadoria. Na maioria das vezes, ambos estão intimamente relacionados. Sem embaraços e tão rápido como as forças das mais variadas cidades e vilas essas culturas e sociedades são assimiladas e nacionalizadas das mais variadas maneiras.
O crescimento das relações interculturais e das mais variadas correntes políticas, como o multiculturismo, ou o sistema de discriminação racial etc. estão à vista na cena internacional.
O aumento dos intercâmbios indirectos (os media e os sistemas informáticos), ou dos directos (cara a cara) entre as diversas culturas, são a raiz do crescimento da indústria, do turismo e das relações comerciais, assim como o intercâmbio de programas de televisão, exige o desenvolvimento de novas tecnologias e competências.
CONTINUA.
Pajovi QUELUZ
sábado, 17 de março de 2012
O homem, a Sociedade, a cultura e o que o muda ou corrompe! Parte 1
Existe cultura, onde existe o homem, enquanto ser humano. Estamos perante o que entendemos por cultura, quando nos referimos ao ser humano. O homem (ser humano) é por sua vez produto da evolução biológica e protagonista da cultura que ele próprio gera. O homem (ser humano), é nascido da natureza e do seu “CRIADOR” e nunca deixa de pertencer-lhes. O “salto” para a cultura, não há como entendê-lo como uma ruptura total, uma vez que o homem nunca abandonou a natureza.
Cultura é uma maneira comum, de pensamento ordenado, dos indivíduos de uma sociedade organizada e a produzir actividades sociais, coerentes tanto com acções materiais como individuais.
A cultura é um produto de aprendizagem e não de gerência de vida e estatuto.
O pensamento organizado refere-se à maneira conhecida, de transmitirmos ideias uns aos outros, de forma inteligente e de modo socialmente reconhecido, de nos relacionarmos uns com os outros. Para esse relacionamento, a linguagem é o veículo básico do relacionamento humano, culturalmente organizado. Isto quer dizer, que a cultura toma sentido a partir da linguagem, pois esta representa não só um modo específico, de comparar o indivíduo com meios simbólicos de relacionamento, como de compreensão para com a realidade que o rodeia. É também uma maneira de obter conhecimento da cultura em que se enquadra e uma forma de designar e adquirir aquilo que pretende, dos outros membros da sociedade em que está inserido.
A linguagem é a nossa porta de acesso ao mundo e à mediação universal, que existe entre todos os indivíduos e mediando também, a relação destes com a natureza. O que condiciona e possibilita a cultura é o factor “humano” por excelência.
A totalidade dos conceitos e produtos, que formam o inventário cultural de uma sociedade (ou cultura), envolvem as maneiras de actuar a que se referem os modos de viver dos homens (ser humano), numa sociedade que se explica, em função das relações sociais integradas no espaço e no tempo.
O materialismo é uma alusão à produção material, como um instrumento de sobrevivência e de uma maneira de viver dos homens.
O campo de acção espiritual, refere-se a ideias e valores, orientação de personalidade, concepção de um mundo ideológico de princípios fundamentais. O âmbito espiritual, constitui o aspecto da cultura que existe como uma realidade autónoma.
Perante a concepção burguesa do homem, marcadamente individualista se há sobreposto a dimensão social como algo institucionalizado.
Sem indivíduos, não há relações sociais, portanto o ser humano não pode viver sem essa rede social e o mesmo se aplica ao contrário. No sentido lato dos términos da sociedade, o individuo (ser humano) sempre se tem mediado a si mesmo.
O grau de interacção cultural das sociedades modernas, é menor que nas primitivas. Assim podemos afirmar que quanto maior é o primitivismo social, maior é o numero de semelhanças que podem advir dos membros de uma sociedade. Essa semelhança faz-nos ser, social e culturalmente, mais homogéneos, fazendo com que o sistema cultural, seja quase universal aos efeitos da frequência de participação dos seus indivíduos, através de grupos sociais e de subsistemas culturais, que são basicamente comuns. Quanto menos subsistemas culturais existirem numa sociedade, maior será a sua integração cultural.
CONTINUA.
Pajovi QUELUZ
domingo, 11 de março de 2012
Um passeio à Beira-Mar
Sábado dia 10 de Março de 2012 dia Primaveril, nada melhor que um passeio à Beira-Mar numa zona fantástica, "Praia Velha" em S. Pedro de Moel. Dotada de um magnifico passadiço em madeira, que se estende por muitas centenas de metros, passando pelas "arribas", dunas e circulando sempre junto ao Mar.
O bonito e imponente Farol de S. Pedro de Moel destaca-se na bela paisagem circundante.

Após o passeio nada melhor que um bom almoço no Restaurante " Pai dos Frangos" Restaurante já antigo e que continua a servir de maneira excelente.
Resumindo. Este foi sem dúvida um dia bem passado.
O bonito e imponente Farol de S. Pedro de Moel destaca-se na bela paisagem circundante.
Após o passeio nada melhor que um bom almoço no Restaurante " Pai dos Frangos" Restaurante já antigo e que continua a servir de maneira excelente.
Resumindo. Este foi sem dúvida um dia bem passado.
domingo, 4 de março de 2012
A conservação do nosso património
Muitos dos monumentos Portugueses, encontram-se em muito mau estado de conservação.
O convento situa-se na encosta da serra de Leomil, na freguesia de São João de Tarouca. É um templo edificado do século XII de arquitectura gótica, maneirista e barroca, foi mosteiro masculino da Ordem de Cister.
Todo o interior é em talha de ouro, mas muito mal conservado. Existem mesmo alguns pontos que não podem ser visitados.
É um dever do Estado conservar o património existente.
Na minha maneira de ver, Património cultural é o nosso reflexo enquanto pessoas, são pedaços da nossa identidade, é a trajectória de um povo enquanto Nação. Património tem a ver com pessoas, gente viva. Património é tudo o que nos cerca, é a paisagem que avistamos no infinito, é a pequena casa na aldeia mais recôndita, é a capelinha solitária no alto do monte, é a catedral da grande cidade, são as histórias contadas ao serão e que passam de geração em geração. Esta é a minha definição de Património.
É nossa obrigação, enquanto cidadãos responsáveis, preservar este legado que nos foi deixado pelos nossos ancestrais. Nos monumentos que visitamos, nunca devemos deixar “a nossa pegada”, nunca devemos deixar lixo, beatas de cigarro ou pastilhas elásticas, não devemos fotografar onde é proibido, e se encontrarmos alguém que contrarie estes ideais, é nosso dever alertar, para o que estão a fazer de errado.
Devemos divulgar a nossa cultura, os nossos monumentos e a nossa história pelos meios ao nosso alcance, seja nas redes sociais da internet, ou de viva voz ao nosso amigo, vizinho ou conhecido. Só assim se manterá vivo o nosso Património. Do mesmo modo penso, em relação ao chamado património da Humanidade ou património Mundial. Sejam eles a Floresta tropical de Atsinanana em Madagáscar, ou a Floresta Laurissilva na Madeira, ou o Convento de Cristo em Tomar.
O Castelo de Óbidos é um exemplo de um património bem cuidado e conservado. São notória a limpeza, conservação das muralhas e habitações no interior do castelo, arruamentos e acessos.
Visitem o nosso património, vale a pena conhecer o que é nosso.
Pajovi Queluz
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