“Aquilo nem com rezas lá vai!” Já
alguma vez ouviu esta expressão? Alguma vez disse ou pensou nalguma coisa
assim? Normalmente, uma afirmação destas, pressupõe que o sucesso ou a
sobrevivência de uma empresa é muito improvável ou que o seu fim está próximo.
Isto sugere que nem mesmo as orações iriam ajudar.
Vamos olhar para esta questão de uma
maneira diferente. A minha experiência, aponta para que muitas empresas,
grandes ou pequenas, entram em dificuldades ou mesmo em situação de falência,
precisamente por não envolverem “A Oração”. Muitos empresários e gestores
“cristãos”, baseiam a sua gestão nos seus conhecimentos pessoais. Se em vez de
confiarem apenas no seu conhecimento humano, procurarem a sabedoria de Deus e
se voltarem para Ele em busca de orientação, a situação seria por certo outra
que não a falência.
Conheci algumas pessoas que pensavam
ter aquilo que chamavam de; serem ideias infalíveis. Conceberam estratégias de
“marketing” incríveis. Mas faltava algo; não oraram a pedir a orientação
de Deus sobre o assunto, presumiram que teriam a Sua Bênção.
Um meu amigo, a quem apareceu uma
“daquelas oportunidades” que (à primeira vista) não se podem perder, avançou
sem exitar. Arranjou as verbas necessárias, angariou parceiros de negócio e fez
o que o típico homem de negócios faz, exceto orar. Poucos anos depois o seu
negócio “imperdível” estava em situação de falência, o que trouxe a este amigo
graves problemas.
Mesmo no meio dos empresários
cristãos, a ideia de incluírem a oração no planear dos seus negócios é na
maioria encarado com um encolher de ombros e, por vezes até com ceticismo.
Porquê orar sobre aquilo que vamos fazer no trabalho? Muitos têm mesmo este
pensamento; o que é que Deus tem a ver com uma empresa? Na verdade, se
acreditarmos nas Escrituras, Deus tem muito a ver com o resultado como se
desenvolvem as nossas empresas (se sobrevive e prospera, ou se fracassa).
Pense nisto; A orientação de
Deus é, sem dúvida superior á nossa.
De onde vem o nosso intelecto, a nossa experiência, a paixão e os
talentos para nos dedicarmos a um empreendimento ou negócio? Podemos trabalhar
duramente para desenvolver as nossas habilidades, mas “a matéria prima” com que
iniciamos vem de Deus. Quando envolvemos Deus nos nossos planos, estamos a
reconhecer tudo o que Ele já fez e o que está sempre a fazer por nós.
“O coração do homem traça o seu
caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos.” Provérbios 20:24
(ARA).
O pensamento de Deus supera e
ultrapassa o nosso. A meu ver existem duas atitudes perigosas no planeamento de
negócios que envolvem Deus; Ignorá-Lo totalmente, ou presumirmos que tudo o que
fizermos, desde que seja legal, será aceitável para Deus.
Na nossa vontade de seguir em frente,
decidimos muitas vezes não consultar Deus de antemão, o que é uma infelicidade,
porque há sempre fatores que não consideramos, mas que nos poderiam ser
reveladas através da oração. Ou Deus nos poderia indicar um caminho melhor.
“Confia ao Senhor as tuas
obras, e os teus desígnios serão estabelecidos.” Provérbios 16:3 (ARA).
“Muitos propósitos há no coração do
homem, mas o desígnio do Senhor permanecerá.” Provérbios 19.21
(ARA).
O calendário de Deus é muito melhor
que o nosso. Na nossa ideia, geralmente sentimos necessidade de agir
imediatamente, tememos perder uma oportunidade. As Escrituras ensinam que seria
sábio agir com precaução, com expectativa acompanhada por oração.
“Descansa no Senhor e
espera nele, … Espera no Senhor, e guarda o seu caminho, e te exaltará para
herdares a terra. … Salmos 37:7-34 (ARA).
Pajovi
2025
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